domingo, 4 de maio de 2008

O hotel.

Chegada ao local do encontro, traz a saia curta e leve que eu lhe tinha pedido, a meio da coxa. A saia preta fica-lhe a matar... Se o vento lhe dá mais forte, corre o risco de mostrar a roupa interior, branca, de algodão.

Chegou à hora. Ainda bem... As coxas perfeitas denunciam-se pela ligeira brisa que se lhes deixa colar a saia. Está receptiva. Os mamilos espetam-se com a brisa, da excitação por este encontro às cegas... e... o cabelo está solto pelos ombros. A camisa - laranja, como combinado - dá-me a entender que é a pessoa que eu espero. O seu corpo é denunciado pela deslocação da massa de ar que a envolve. Aquela roupa pede para saltar fora daquele corpo; não lhe pertence. Ligeiramente maquilhada, está na posse da sua pujança física de mulher sexualmente madura, que não precisa de químicos para ser mulher; para conquistar quem quiser. Mas hoje não: é desejada pelos três homens que se encontram no café do hotel. Mas será minha e apenas minha. E ela sabe.

Deixo-me estar. Vejo-a perscrutar o local, correndo com os olhos todas as pessoas, na ânsia de me descobrir. Não me revelo. Quero vê-la ansiar pelo encontro. Viro mais uma página do jornal... O Benfica tornou a perder (que novidade...). Volto a olhar para ela. Quero medir cada inspiração; quero senti-la cada vez mais desesperada por não saber ainda quem irá possuí-la dentro de alguns minutos. Ela só sabe que alguém irá vir-se dentro de si. Mas dos presentes, quem será? Pode ainda não ter chegado.

Pede um café e uma água. Procura na carteira algo que não revela. A sua mão remexe lá dentro para garantir que traz algo. Agora sou eu quem está curioso. Apenas detecto algo brilhante, prateado, mas não consigo descortinar o que se trata. Não é uma arma, pelo menos... Eu deixo-me estar. Meço-lhe cada movimento.

Olha para mim. Não se interessa. Olha para o relógio. Desconfia que eu esteja atrasado? Mal sabe ela que já ali estou... O tempo vai-se arrastando. Chega o café e a água. A empregada destapa a garrafa e deixa correr parte dela para o copo, que acompanha a encomenda. Paga já, para o caso de ter que sair inesperadamente. Está disponível. Quer estar disponível. quer dar prazer...

Desconhece a terra e este local. Está num ambiente estranho. O átrio do hotel parece-lhe um corredor interminável. Passa meia hora. Três quartos de hora... Levanta-se, põe a mala ao ombro e dirige-se à recepção. Faz o check-in. Carrega sensualmente a sua mala até ao elevador. Caminha de saltos altos com a sensualidade de uma virgem. Com alguma impaciência, mantém os óculos escuros sobre a cabeça, a segurar o cabelo por detrás das orelhas, que me apetecem mordiscar. Vejo-a por trás. As curvas são proibitivas; o corpo convida ao mergulho nú. Desloca-se como uma mulher perfeita, mexendo discretamente as ancas e apenas o necessário para se deslocar sensualmente. Transborda de feminilidade.


Chama o elevador. Olha uma vez mais para o café, na esperança de ver quem a aguarda. Outra vez para o relógio. A porta do elevador abre-se e ela entra. Décimo primeiro andar. Toca no botão. Espera-a um longo trajecto para cima. O tempo demora... A porta tarda em fechar. Onde estarei? A frustração espelha-se-lhe na cara. A campainha do elevador soa, num aviso de fechamento das portas. Ninguém mais por perto. A recepção do hotel fica para além da esquina; não há mais ninguém. a tarde será calma. Onde estarei?

A porta não se fecha totalmente. Uma mão impede-a e as portas abrem-se. Um homem introduz-se no elevador. "Boa tarde! Vai para que andar? Décimo primeiro? O meu é o seguinte" e carrega na tecla respectiva e coloca-se paralelo a ela, equidistante para a porta. A porta fecha-se e a sua mão desloca-se sem hesitações para o meio das pernas dela, levantando-lhe a saia sem brusquidão, mas com determinação. "Vi-te desde que chegaste. Quero meter os meus dedos no teu sexo." Primeiro andar... Nisto, vira-se e ficam ambos frente-a-frente. O seu membro já é pequeno para caber nas calças e pede para sair. Estretanto, a saia também é pequena para acolher a sua mão. Ela tenta respirar mas é impedida. "Não grites! Era isto que querias, eu sei!". Terceiro andar... Olhos arregalados, assiste impotente à sua camisa ser aberta. "Quero chupar-te as mamas!" Enquanto o faz, os seus dedos entram no seu sexo molhado, aos dois. Agitam-se lá dentro, numa luta para ver qual deles chega primeiro ao colo do útero, sinal de que estavam no mais profundo dela. Quinto andar... A saia não resiste ao embate de corpos e levanta-se, deixando ver as cuecas de algodão branco que, em tempos, se colavam totalmente à vagina e à púbis. Os elásticos são ultrapassados por fortes dedos que sabem o que querem. Ele é maior do que ela e deixa-a completamente desarmada. As pernas abrem-se mais e ela fica suspensa e presa entre o corpo dele e a parede do elevador... Sétimo andar. Passam os segundos e ela é virada contra a parede do elevador. Os seus pés voltam a tocar no chão. As cuecas saem com alguma colaboração. As pernas abrem-se sem resistência, deixando ver os dois orifícios. Ele ajoelha-se para ter uma melhor visão. Ela quere-o dentro dela. "Dá-me com força como se não houvesse amanhã!" Nono andar. Ele mete-lhe um bocado da língua... Por décimos de segundo. O cheiro a sexo deixa-o numa excitação incontrolável.

Ting. Décimo primeiro andar. O elevador pára. Os amantes compõem-se. A porta abre-se. Os seus cabelos estãos desalinhados. Quarto 1120, à esquerda. Apanham os óculos e as cuecas do chão. Felizmente não havia ninguém à espera naquele andar... Ela escorre de ansiedade. Isso nota-se pelo interior das suas coxas, que estão regadas de lubrificante natural. Ele mete-lhe os dedos na boca... "Chupa-os! Só vais ter direito a isso hoje" E ela mete-os na boca, envolvendo-os com a carícia de quem os beija, apreciando o seu próprio sabor. "Hmmm." Chegam ao quarto. Mete-se o cartão. Entram ambos. Ele primeiro. A porta tranca-se depois de os saltos altos dela transporem.

Ele despe-a calmamente, para não haver danos nas roupas. São dobradas com mazelo. "Hoje só me vais ter assim. Não mereces mais."

"Não há nomes. Tu és a escrava e eu sou o teu mestre!" Com o corpo dela nú, ele atira-a para cima da cama e ata-a com o corpo em forma de X. A boca fica livre para poder gemer e gritar de prazer. "Quero vir-me dentro de ti; quero ferir-te toda. E tu suplicas-me para eu não ejacular. E eu não te ligo e transbordo-me copiosamente... E quando acabar, quero que me chupes e quero jorrar-me na tua boca. Quero lamber-te o sexo." Ela acena que sim com a cabeça. "Sim, dá-me com força!" Mas ainda não. Primeiro vai ter que se purificar.

O peito convida a ser apertado; as mãos dela querem agir mas não podem. Começo a chupá-lo. Cabe todo na minha boca. Sinto-a querer mais. Mas não dou. Passo para o outro... Lambo por baixo, depois passo ao bico. Molho-a e aspiro-a para a minha boca, abrindo-a ao máximo. Depois, sugo para dentro e para fora, como se quisesse que delas saísse o leite maternal. Chupo com mais força ao ponto de causar uma ligeira dor. Depois, beijo com a língua, pedaço a pedaço, a distância que me separa do umbigo. Volto atrás e abro a boca, colocando os dentes levemente a roçar na traqueia dela, a marcar quem manda. Levo a língua até lá abaixo, devagar. Passo a zona de pêlos até sentir novamente o cheiro do sexo molhado, que lambo. "Já te conheço!". Brinco um bocado com os seus lábios, sinto o cheiro típico e os seis lábios envolvem-se, enquanto a minha língua tenta tocar-lhe no útero, por dentro. Ela geme e quer mais. "Entra em mim!" "NÃO!" Faço tudo de novo, abaixo do umbigo. Abro-lhe as pernas com as mãos e os lábios com os dedos. Invado-os com a língua, percorro os espaços, deixo-a tremer de expectativa. "Dá-me!"

Não quero. Liberto-a. Ataca-me a roupa e tira-ma. Essa leoa chupa-me o membro com a perícia de quem não sabe fazer mais nada na vida. As suas mãos formam um tubo que imita a vagina. Cospe suavemente no meu pénis para o lubrificar. As mãos vão de cima a baixo continuamente, num tubo sem fim, enquanto a boca faz de tampão daquela vagina improvisada. Gosto de sentir o calor e a língua, mais versátil do que o tracto feminino em si. Ela chupa-me os testículos. Com suavidade, para não me magoar. Deito-me de barriga para cima e deixo os seus cabelos roçar-me na barriga. O tempo vai passando. Enquanto ela continua com a sua língua em actividade no mais viril de mim, passo a minha perna por entre as dela e o meu pé chega à sua zona mais húmida e sinto-a pedir que a invadam sem regras. Sinto alguns pelos púbicos no peito do pé (não tem muitos; aparou à volta e tem apenas um triângulo cujo vértice inferior coincide com a união superior dos grandes lábios. O clítoris está visível e desimpedido!). A velocidade aumenta progressivamente. Ela chupa cada vez mais. E mais, e mais. E mais ainda. E chupa cada vez com mais força. Jorro-me na boca dela, ruidosamente. "Engole!", digo. E ela engole todo o meu prazer, sem desperdiçar nada. Depois ela levanta-se, de joelhos. Aprecio as suas mamas de deusa... e pede-me: "entra em mim toda", rolando e deitando-se disponível, de pernas abertas. "Dá-me, por favor!"

"Já sofreste um bocado. Temos o fim de semana todo. Agora quero ter prazer. Só vais servir para me dar prazer. Vais ser o meu objecto sexual privativo! Não quero que sejas de mais ninguém, percebeste?" "Siiim!, responde-me!" Junto-lhe os joelhos e enfio o meu membro no seu sexo, encostando a minha barriga à parte de trás das suas coxas. Invisto com força enquanto ela geme de prazer. Ouve-se um gritinho curto "Ai, ai, ai, ai!", a cada estocada que lhe dou. Volta a pedir-me: "Não deixes nada lá dentro!" "Não te preocupes!" Quando estou quase a cumprir-me, aviso-a "Vou-me vir!". Ela abre as pernas e enterra-me bem dentro dela!. "Não posso, mas vem-te. Não quero saber agora. Enche-me toda com o teu prazer!". E eu transbordo de prazer "Ahhhhh". E vimo-nos ao mesmo tempo, enquanto eu me inclino posteriormente lhe esmago as mamas com o meu peso. Sinto os mamilos tesos a enfiarem-se-me no peito, como ervilhas duras.

Saio de dentro dela e pergunto: "Estás bem?" Ela diz que sim com a cabeça. "Vai-te lavar e volta depressa!" Ela sai a correr, com a mão no meio das pernas para o esperma não cair. Depois de se lavar, regressa devagar à cama, envergonhada. Quero-a ali em cima, de pernas abertas e já. Ela deita-se de barriga para baixo, em cima da cama, com os joelhos no chão alcatifado. Abre as pernas e eu vejo-lhe os dois buracos.

"Dá-me mais! Depressa." Eu recuso sonoramente. "Só quando eu quiser!" Prego-lhe uma palmada na nádega ao ponto de deixar a minha mão marcada. "Marco-te, para que todos saibam a quem pertences. Queres que te penetre?" "Sim", responde. Mas eu recuso novamente. Vou fazê-la gritar de dor, porque parece gostar.

Começo a meter um dedo, o médio, bem fundo, até lubrificar bem. Dentro e fora. Dentro e fora. Depois outro dedo e outro. Já são três e oiço-a sofrer um pouco. "Não metas mais nenhum!". "Cala-te. Quem decide sou eu!" E meto o quarto. Sinto-a molhada, como se houvesse uma torneira mal fechada lá dentro. Por último, meto o polegar e enfio a mão toda dentro dela. Oiço-a gritar. A vagina ensopada alarga-se para aceitar a minha mão, sem resistência, que enterro quase até ao pulso. "Está a doer?", pergunto. "Sim, um bocadinho. Continua. Eu gosto", responde ela. "Óptimo!" E começo a fazer movimentos para dentro e para fora. Sinto-a bem molhada. A ligeira dor dá início ao prazer. Continuo com movimentos suaves. "Meto a mão porque já não chega o meu membro aí dentro!". Depois aumento o ritmo, para dentro e para fora. Uma e outra vez. Calmamente, pausadamente. Para dentro e para fora. Oiço-a gemer. Tapo-lhe a boca. "Vou mais fundo! Queres?" Ela acena que não com a cabeça... E eu vou até ao fundo até a ouvir gritar pelos meus dedos que lhe tapam a boca. Tenho o pulso molhado. Tapo-lhe a boca antes do grito do êxtase. Sinto-a tremer. "Tira. Está a doer-me um bocadinho!". "Não. Agora vou até ao fim.!"

Pede-me para lhe explorar o outro buraco. Insinua-se. "Mete aí". E eu recuso.

Vou ter com ela à casa de banho. Como em câmara lenta, pego-lhe pelos cabelos atrás da nuca, em molho. Levo a boca dela ao meu membro. "Faz!" De um estado murcho, depressa se levanta. Inclino-me e aperto-lhe as mamas com ambas as mãos enquanto o sinto enrijecer dentro da boca dela.

"Para a banheira já!" "Sim, meu amo" responde a escrava.
"Quero que sejas a minha escrava sexual." Ela acena com a cabeça, com um olhar submisso. "Quero telefonar-te a qualquer altura. Largas tudo o que estás a fazer e vens ter comigo, para eu te dar isto!". "Sim, sim, quero isso!" Abre-se a torneira. Ao primeiro jacto de água fria nas costas, ela estremece. "Aquece a água para mim!" Ao vir a água quente, ela põe-se de quatro. De quem é este corpo? - pergunto. "É teu, mestre!" Puxo-lhe o cabelo contra mim para me forçar dentro dela. Enterro-o todo até ao fundo. Pego nos ombros e puxo-os contra mim. Enterro-o todo, forçando o ânus a abrir-se contrariado. Ela faz-me festas nos testículos com a outra mão. A água ensopa-lhe o corpo e passa para o chuveiro de cima, rodando a manete.

Mexo-me mais freneticamenta até me completar dentro dela com uma "ahhh" ruidoso. Depois, meto-o na vagina e continuo. "Está a murchar! Trata disso, escrava!" E ela roda sobre si para o meter de novo na boca. De joelhos, faz-me uma manobra de reanimação sexual. Calmamente, dentro e fora daquela boca de mel. "Dá-me", suplica-me. Agora não, não lhe dou mais nada.

Vamos dormir. Abre-me a cama e deita-se aninhada a mim. Adormecemos de lado, em cadeirinha, com as mãos ela sobre os meus genitais e a minha mão sobre a sua coxa, que me envolve a cintura. O barulho das ondas envolve o nosso palácio de luxúria.

Oiço o telemóvel tocar. Alarme. Sete da manhã. Olho para o lado e ela não está lá...

Raio de sonho!

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