quinta-feira, 13 de junho de 2013

O telheiro

Noite.
Chuva.
Inverno.
O ruído apenas do impacto das gotas no vidro. No alcatrão da estrada lá fora.
Quatro da manhã.
Dormes. Confortável, quente dentro do quarto, debaixo dos cobertores. Luz mínima, entrecortada pelos néons de algumas lojas que se esforçam por quebrar a opacidade que as persianas te oferecem ao quarto.
O telemóvel. A sua luz invade o quarto. O ruído da vibração acorda-te. O corpo que está ao teu lado permanece imóvel. De costas viradas um para o outro!
Estás com uma camisa de dormir. Apenas.
"Alô?"
"Estou à tua espera cá em baixo. Despacha-te!"
Abres os olhos. A voz parece hipnotizar-te. Não tens tempo para pensar.
Atordoada, calças umas botas que apertas atabalhoadamente e vestes uma gabardina, ignorando os botões. Apenas dás um laço no cinto.
Pegas nas chaves, no telemóvel e fechas a porta atrás de ti.
Desces as escadas sem pensar no barulho. À porta do prédio, espera-te um carro. Vês a porta aberta mas a chuva intensa impede-te de simplesmente ires. Levantas a gola da gabardina e avanças. O cabelo molha-se com a tromba de água que cai.
Lá dentro, o banco de trás só para ti.
Um carro mas apenas com motorista. Fechas a porta e ele arranca.
Sentes algum frio da água que agora se cola a ti. Cruzas os braços sobre o peito. Vês a paisagem familiar. Circulam dez, quinze minutos. Não mais.
O motorista pára o carro num beco. Dois prédios fazem do beco um corredor. Ao fundo, uma rede com porta dá acesso a um pátio.
Ninguém nas ruas. Visibilidade reduzida pela chuva.
"Saia, por favor!"
Sais e o carro arranca em velocidade.
Uma luz acende-se ao fundo do beco e apaga-se novamente.
Diriges-te a ela apressadamente. No beco, alguns caixotes de lixo recém-esvaziados dominam a paisagem. Os dois prédios são altos e têm as escadas de emergência apontadas a ti.
A luz pisca novamente.
Aceleras o passo de corrida. A chuva reduz a sua intensidade agora.
Quatro e meia da manhã. Frio. Avanças com os braços cruzados para estancar o calor que ainda permanece entre o teu corpo e o impermeável comprido.
Pisas as poças de água e ficas molhada por cima e por baixo.
Abres a porta de rede e transpõe-la.
Um pátio. Um telheiro. Eu.
"Porque demoraste tanto?"
"Fiz o que pude!"
"Cala-te!" Chego-me a ti e abro-te a gabardina. Dispo-te e ficas apenas de camisa de dormir. Atiro a gabardina contra a parede.
A chuva retoma a intensidade. "Tira as botas!" Pego nelas e atiro-as para perto da gabardine, debaixo do telheiro.
"Dá cinco passos para trás."
"Demoraste imenso. Agora fica aí um pouco; quero ver-te melhor!"
Estás agora à chuva, sem protecção. Cruzas os braços.
"Põe as mãos na cintura, minha puta!"
A camisa de dormir cola-se-te ao corpo.
Os teus mamilos endurecem com o frio e a água. O teu cabelo escureceu e escorre agora desordenadamente pela tua cara, pelos teus ombros, pelas tuas costas.
As luzes de iluminação pública ficaram do outro lado do prédio. Na rua principal, apenas um carro passou desde que ali estás.
Só dois corpos nas redondezas.
Ao ver os teus contornos, o meu caralho excita-se.
"Ainda não está bem." Aproximo-me de ti e rasgo-te a camisa de dormir.
Recuo e torno a contemplar-te. Os teus mamilos tornam-se torneiras, canalizando a água da chuva.
"Abre as pernas!"
Abres as pernas à distância dos teus ombros. Com as mãos na cintura.
Aproximo-me de ti. Passo os dedos na tua rata depilada. Sinto-a contraída. Abro os teus grandes lábios com o dedo, de trás para a frente. Já consigo sentir o teu buraco.
Meto o meu dedo médio lá dentro. Olho-te nos olhos. "Sentes, minha puta?"
Acenas que sim com a cabeça.
Continuo enquanto te olho nos olhos. Encosto o meu nariz ao teu. "Hoje vou-te foder como mereces!"
Completamente nua, obrigo-te a ajoelhar.
"Tens uma missão. Cumpre-a!"
Abres-me as calças e vês o meu caralho pronto para a acção.
Pego-te na cabeça, pelos cabelos molhados e obrigo-te a abrir a boca. "Chupa-me!"
Começas a chupar-me.
"Sua puta! Com quem estavas para te demorares tanto? Não sabes que és minha?"
Ajudas com as mãos em tubo. Avanças e recuas a tua cabeça.
"Faz isso devagar, minha cabra!"
Irritado, pego em ti por trás das pernas e encosto-te à parede do telheiro. Levanto-te e enterro-me todo na tua cona. A parede fria de um lado; o meu corpo do outro. As tuas pernas envolvem-me. Prendes-me com os calcanhares por trás do meu rabo.
És levantada pelo meu pau todo enterrado na tua rata.
Oiço-te gemer de prazer. Sinto a tua cona molhada e mais quente agora e tenho prazer.
Sei que me vou vir dentro de ti.
Sabes que me vou vir dentro de ti.
Sabemos o que vai acontecer.
E deixamos acontecer.
Olho nos teus olhos.
Lábios próximos.
Beijo-te pela primeira vez.
As tuas tetas encostam-se à minha camisa e sinto os teus mamilos duros.
"Quero encharcar-te toda, minha puta!"
O meu caralho duro encontra o fundo da tua cona. Vai e vem, cada vez mais depressa.
És invadida pela minha esporra quente.
Deixo-me estar assim.
"És minha e só minha, entendes minha puta? Quando te ligar, vens logo ter comigo, pronta para ser fodida!"
Fico a olhar-te nos olhos.
Largo-te as pernas, que se juntam. Estás de pé.
O meu esperma escorre pelas tuas pernas.
"Vira-te!"
Encostas as mãos à parede e eu cuspo no teu cú para o lubrificar.
Seguro-me na tua cintura e puxo-te contra mim.
Meto o meu pau duro lá dentro e torno a mexer-me para trás e para a frente.
Estocadas com força. Ritmadas.
Uma. Um grito teu. Pausa. Eu dentro de ti.
Recuo e afundo-me em ti novamente. Outro grito teu. Pausa.
O teu cú abre.
Dor.
Entre a dor e o prazer que sentes, misturam-se as minhas respirações fortes.
"Vou-te marcar por dentro agora!"
A acção continua.
Uma. Pausa.
Duas. Pausa.
Três. Pausa.
Quatro. Pausa.
Cinco. Pausa.
Seis. Pausa.
Sete estocadas. Pausadas.
Páro dentro de ti. O meu caralho totalmente dentro do teu cú.
Repentinamente, começo a foder-te desenfreadamente.
Gritas, mas eu não te oiço. "Pára, meu dono! Pára!"
Ignoro-te. Nove, dez, onze, doze, treze. E continuo muito rapidamente.
Quando não aguento mais, grito de prazer. "Aaahhh!". Fico assim, enterrado em ti.
O pouco esperma que ainda tenho dentro passa para o teu corpo. Sinto-o a abandonar o meu corpo.
As minhas mãos na tua cintura puxam-te contra mim. Afundo os meus dedos na tua carne.
Tiro lentamente o meu caralho de dentro de ti e fecho as calças.
A camisa de dormir jaz no pavimento, molhada; rasgada.
Só tens a gabardine e as botas.
Baixas-te para apanhar a tua roupa. Começas a vestir-te.
Olhas para trás.
Desapareci.
Olhas em redor. Sem rasto meu. Ficas quieta. Estática.
A chuva continua.
Decides fazer o caminho de volta à tua casa.
A chuva violenta faz-te tropeçar. Apenas com as chaves e o telemóvel no bolso, tentas proteger-te do olhar dos motoristas de autocarro que começam agora a circular.
Cinco da manhã.
Andas com destino marcado.
Chegas ao teu prédio.
Entras em casa.
Dorida, molhada.
Despes a gabardina. Atiras as botas.
Tiras o telemóvel.
Casa de banho. telemóvel no parapeito da janela.
Uma voz masculina no quarto: "Onde foste?"
"Ver do gato!"
"A esta hora? Foda-se!" e vira-se para o lado.
Enquanto te lavas, o telemóvel vibra.
Atendes.
A minha voz: "Amanhã temos mais. Prepara-te!"

sexta-feira, 22 de junho de 2012

No ginásio (I)


Noite, dia de semana.


Onze horas.

No balneário, após o teu treino, tiras a roupa.

Deixas a parte de baixo, enquanto te sentas calmamente, relaxando um pouco após a actividade física. As pernas doem-te. Com as mãos, massaja-las para tentar restabelecer a normalidade da circulação sanguínea.

No clube privado, todas as outras utentes já saíram. As monitoras também. Resta a recepcionista.

Ficaste para o fim.

Abres o cacifo, retiras a toalha e o gel de banho. Tiras a parte de baixo, as calças de lycra e as cuecas. Cpmpletamente ensopadas.

Metes tudo dentro do saco, que deixas aberto em cima do banco, mesmo à frente do cacifo.

Cansada, deitas-te nua em cima do banco corrido.

As tuas costas colam-se totalmente à madeira. O frio do banco contrasta com o quente do teu corpo. Esse arrepio que te provoca deixa-te os mamilos rijos. O teu corpo estremece um pouco até se ambientar. Segundos. Poucos.

As luzes fluorescentes do tecto já se apagaram. Restam as amarelas das paredes. Indirectamente, iluminam as tuas curvas. A tua sombra surge desfigurada no chão e na parede contrária.

A quietude do ambiente confere-te a segurança da solidão.

Recolhes ligeiramente as pernas, que agora formam um ângulo recto.

Esticas os braços acima da tua cabeça. Forças um pouco.

As vértebras estalam, ao separar-se ligeiramente. Uma sensação de prazer invade-te com este acto. Fechas os olhos.

Inspiras calma e profundamente.

E assim ficas alguns minutos, com o corpo transpirado, sem um único pêlo.

Não há ruídos. Os sons são abafados lá fora pela temperatura controlada do balneário. A porta e as janelas altas, calafetadas e opacas, isolam o espaço.

A gravidade alia-se ao cansaço para que os teus joelhos se separem. Os pés juntos, em equilíbio no banco corrido.

Algum ar envolve o teu sexo, agora totalmente exposto a quem entrasse. Sentes a pélvis e os ossos da bacia alargarem um pouco.

Expiras lentamente. O tempo passa devagar.

A posição começa a ser desconfortável. Então levantas-te por fases. Primeiro as costas. Agarras os joelhos. Abraça-los.

Depois os pés no chão, um de cada vez. Calças os chinelos e levantas-te.

Soltas o cabelo, que agora te escorre pelos ombros.

Diriges-te à zona de duches. Pensas no teu dia: duro, comprido.

A toalha fica no cabide.

Abres a água e aguardas que aqueça. Afastas-te para que não te toque a água fria ainda nos canos.

Três duches na área comum. Abres os três para aquecer o ambiente. A água começa a aquecer e escolhes o do lado esquerdo, mais longe do acesso.

Só o som da água em queda irrompe pelo silêncio.

Molhas o cabelo longamente. A sensação de acalmia é progressiva.

A cascata de água é interrompida pelo teu corpo, que esfregas agora suavemente com o gel. As tuas curvas obrigam a água a um bailado e acaba por estalar no chão.

Rendes-te à temperatura. Empurras a parede, com os braços abertos.Esticas o rabo para trás. Deixas que a água te bata nas costas.

Abres as pernas e fechas os olhos.

Os mamilos conduzem a água até ao chão.



(continua...)

segunda-feira, 18 de julho de 2011

A despedida.

Escrevo hoje em jeito de despedida.
Publico mais por impulso ou por ter sido perguntado por uma amiga (S*tr*) há pouco.
Ainda não sei se acabarei com o blogue. Logo vejo as implicações.
Se continuar, pouco será o meu tempo de cá vir. Peço desculpa.



Centro Comercial Colombo, dez horas da manhã.
Acaba de abrir. algumas lojas ainda têm as luzes apagadas.
Uma colaboradora de uma loja de roupa feminina corre para a casa de banho do piso superior. Atrapalhada.
Roupa colada ao corpo, de cabelo longo e apanhado atrás, em marcha apressada com algo na mão. Desaparece pelo túnel de acesso ao WC feminino.
Sigo-a com os olhos. Dou algum tempo. Fecho o livro e sigo-a.
Entro no WC das mulheres. Ela vê-me pelo espelho e ignora-me. Continua a lavar a cara, como se tentasse livrar-se de um beijo de alguém asqueroso.
Aproximo-me dela por trás e levanto-lhe a saia. Com a minha pélvis, empurro-a contra os lavabos, enquanto lhe apalpo as mamas com ambas as mãos. Espalmo-as. Ela fecha os olhos.
Faço deslizar as mãos pelo seu corpo, passando pela barriga, enquanto lhe desaperto o camiseiro para ver as suas mamas nuas, em frente ao espelho. Ela resiste. Olhos arregalados. Por pouco tempo. Levanto-lhe a camisa por trás e abro-lhe o soutien, libertando o seu apetitoso conteúdo que salta lá de dentro. Aperto-lhe os mamilos entre os meus dedos abertos, que fecho suavemente como se quisesse tesourá-los devagar.
Desço até à saia, que invado desde a cintura, directamente pelas cuecas, abaixo do umbigo. Abraço-a e arrasto-a. Fecho-me com ela dentro de um dos cubículos, lavados há pouco, antes da abertura. Lá dentro, abro-lhe as pernas por trás e levanto-lhe a saia.
As cuecas não oferecem grande resistência e ela põe-se em posição para me receber, apoiando as mãos na parece por cima do autoclismo. "Queres comer-me?", dirige-me... Não respondo a retórica. Simplesmente faço-o.
Abro a braguilha e meto-me dentro dela.
Alguém entra. Mantemo-nos paralisados, comigo dentro dela. Sinto a sua vagina latejar, a pedir-me por mais estocadas, mais fortes. Com as minhas mãos, aproveito a posição de sumbissão para lhe apalpar os peitos que já não se encontravam protegidos pelo soutien. Este, aberto, baloiçava com os leves abanos dos nossos corpos.
Os passos aproximam-se e alguém entre no cubículo do lado. Por baixo, apercebe-se de que o nosso está ocupado. Mas finge que não percebe... E nós continuamos. Primeiro devagar, o meu sexo dentro do dela. Ela emite um gemido. Mas eu não ligo.
"Cala-te. Não quero que nos oiçam!"
O autoclismo do lado é accionado, o que abafa os ruídos dela ao ser penetrada. Dou-lhe com força enquanto lhe agarro as mamas ao ponto de quase as rebentar, como se fossem balões.
Puxo-a para mim enquanto dou mais uma estocada. Estou quase a vir-me. Tiro-me de dentro dela e obrigo-a a abrir a boca.
A pessoa do lado não lavou as mãos. Sentimos os passos e a porta a fechar-se atrás deles. Voltamos a estar sós.
"Chupa com força! Fundo." Mais um pouco. Mais um pouco. Mais um pouco. Venho-me na boca dela. Parte do meu esperma escorre pelo canto da sua boca. De cócoras, vejo-lhe o sexo quase a arrastar no chão. "Senta-te!" Ela senta-se e eu meto-lhe a mão entre as pernas. Meto os meus dedos no seu morno segredo enquanto ela me olha, com os braços esticados ao lado do corpo, estarrecida.
Componho-me e saio pela porta. Lavo as mãos e seco-as. Saio com naturalidade dos lavabos. Vou sentar-me onde me encontrava antes.
Poucos minutos depois, vejo-a sair e acompanho-a com o olhar a entrar na sua loja de roupa. Levanto-me e aprecio a montra. Vejo pela montra que está sozinha.
Entro. Ao ver-me, treme. Dou-lhe um cartão com o meu número. "Liga-me. Agora." Ela pega no telemóvel e dá-me um toque. O número é identificado. Guardo-o na lista de contactos. "Quando te ligar, vens a correr! Dás uma desculpa, dizes que estás doente, que te dói a barriga, mas vens!"
Levanto-me e percorro as montras com o lhar, detendo-me numa ou outra, fazendo tempo. Não há pressa.
Ela é minha!
Desço até ao parque de estacionamento. Escadas rolantes. Uma, depois outra.
Faço a experiência enquanto entro no carro. Ligo-lhe.
"Sabes quem fala. 2º piso subterrâneo de estacionamento, lugar R28. JÁ!".
Zona periférica, afastada dos lugares habituais mais procurados.
Ela aparece poucos minutos depois, esbaforida. Faço-lhe sinais de luzes, já que apenas se encontram sete carros espalhados por todo o piso.
Ela apressa o passo, com medo de chegar atrasada.
Bate-me ao vidro. Viro-me desinteressadamente. Ela está do lado de fora da porta do condutor! Abro o vidro.
"Muito bem! Abre as pernas": Enquanto o faz, a minha mão levanta-lhe a saia, acompanhando o contorno de uma das coxas. Chego à zona das cuecas, húmidas. Não tenho dificuldade em meter os dedos pelo seu sexo acima, afastando os elásticos. Sinto o seu batimento cardíaco. Ela está quase sem fôlego e fica pior ainda. Começo a fazer movimentos de vai-e-vem com o meu dedo lá dentro. Os meus dedos emitem um ruído característico do visco que os envolve, enquanto esfregam a parte de dentro dela. Cada vez mais rápido. "Não aguento mais. Vou-me vir" diz ela. Enquanto isso, passa um carro ao longe. Apercebem-se do espectáculo. Sorriso do condutor... E eu espero que ela se venha. As suas pernas tremem. Ela geme. Morde o lábio de baixo. "Uhmmmmmm".
Em tom de ordem, que volte a compôr as cuecas, que entretanto se tinham deslocado. A saia também regressa ao seu lugar devido.
"Ao meio dia, vou-te visitar à loja. Vou para a terceira cabine. Quero-te sem roupa interior e pronta para me receber."
Ela cambaleia um pouco mas encontra o seu caminho de regresso à loja. São dez e meia.


(continua. Só não sei quando...)

quinta-feira, 16 de junho de 2011

E outra da minha amiga...



A hora prevista parava o comboio...um lugar neutro...fora da cidade dela e da dele...no centro dos dois...enquanto o comboio segui o seu caminho, ela pensava...como ele seria?...o que faria com ela?...seria de confiança?...O medo passava-lhe pelo pensamento, mas já não havia volta, não porque era impossível, bastava parar na próxima paragem e voltar para trás...mas sim porque ela já não queria...já não havia lugar para adiamentos...ela queria-o e queria ser sua...


...o comboio pára e ela segue as instruções até ao hotel...podia ir a pé...era perto. Ainda hesita antes de entrar, pensa em voltar para trás...mas não o faz, entra e vai até a recepção dizendo o numero do quarto...a chave é-lhe entregue bem como um bilhete...no elevador ela lê: "Entre e vista o que tens em cima da cama. Fique com as botas. (ele tinha lhe pedido que fosse de botas altas) Em breve chegarei."...ela abre a porta...o ambiente é acolhedor...uma pequena sala...uma casa de banho e por último o quarto...a cama enorme...uma cadeira num canto...começou a despir-se das roupas que trazia...pegou na camisola que tinha a sua espera...vermelha...curta e decotada...transparente...deixando exibir uma leve linha do seu corpo...as botas ficaram como lhe fora pedido...e ela ficou a espera...não sabia se ficava no quarto, se ia para a sala...olhou-se ao espelho...gostou do que viu...será que ele ia gostar?...ele conhecia o seu corpo...mas...nisso ouve a chave a rodar...o sangue sobe-lhe até a cabeça...ela senta-se na cama, pois o nervosismo faz-lhe tremer...ele sem aparecer diz: "na gaveta há uma venda. Ponha-a"...ela assim o faz atando-a na cabeça...o sangue sobe ainda mais, pois agora ela sentia-se mais vulnerável.... "Já está"...e ela sente-o a entrar...ela tenta controlar a respiração, para que ele não se dê conta que é a primeira vez que ela faz isso...encontrar-se com alguém desta maneira, sem o conhecer e estar disposta a entregar-se...ele apercebe-se e isso excita-o ainda mais...ele levanta-a certificando-se que a venda estava bem presa...ela não o via...só o sentia junto ao seu corpo...e o seu cheiro...a sua respiração...ele começa a cheirar-lhe...o pescoço...as mamas...a barriga...ajoelha-se e sente o cheiro da sua cona...imaginando-a já molhada...ela treme...ele apercebe-se...ele desliza as mãos pelo seu corpo...ela suspira... "Não tenhas medo. E confia em mim. Confias?"... "sim" ela diz num tom abafado pelo medo... "Entrega-te a mim. E sê minha." Ele diz enquanto encosta-se a ela, fazendo com que ela sinta o seu pau por baixo das calças...duro...e pronto... "Eu quero ser tua"...ela diz num impulso... "então serás. A partir de agora és minha. A minha escrava. Passa a me chamar de Dono, e tu serás o que eu quiser."... "Sim meu dono."...ela diz entregando-se a ele nesse momento.
O meu dono agarra as minhas mamas molhando-as com a sua saliva e aperta-as fazendo-me soltar um gemido...ouço-o a mexer em algo...e sinto...o meu dono tem um cubo gelo na mão...e começa suavemente a passá-lo numa mama...e chupa-a com força...faz o mesmo a outra...e chupa-a...repetitivas vezes até que a dormência impede que meu sinta a dor...a água escorre pela camisola, pelo meu corpo...o meu dono pousa o cubo de gelo...e arranca com força a camisola do meu corpo, deixando-me a sua mercê...só com as botas e uma cueca preta...fio dental...ele vê que eu me preparei para ele...na rata não tinha pelos...nem um único pelo...tudo liso...ele põe a mão por dentro da cueca para certificar-se... "Vieste pronta para mim não foi? Queres ser minha tanto quanto eu quero te possuir, não é escrava?"... "Sim meu dono."...o meu dono apoia as minhas mãos na cama deixando-se com o cu virado para ele...mais uma vez o gelo...que começa a passar pelas minhas costas... "hum"...ele ouve-me a gemer...sinto algo gelado que não o gelo...uma tesoura que o meu dono passa pelas minhas pernas...subindo...fazendo roçar na minha rata alagada...ele ajoelha-se e corta-a ao meio...começando na rata e acabando no cu...as duas partes deslizam pelas minhas pernas...e o meu dono apanha-as cheirando o meu desejo... o cubo de gelo volta a trabalhar... molhando-me o cu, a água escorre até a rata...o meu dono de joelhos enfia-o na minha cona...eu sinto-o a derreter cá dentro...e sinto meu dono a me chupar...a sugar...a me lamber como nunca antes alguém o tinha feito... "Vem-te puta...mostra que és minha."...eu gemo...e rebolo...e sinto a língua do meu dono a entrar...e venho-me assim uma primeira vez...sentindo o meu dono a continuar a chupar, até que os meus espasmos cessem...depois disso o meu dono leva-me até a cadeira...sentando-me com as pernas abertas...sinto-o a amarrar as minhas mãos por detrás da mesa, e as minhas pernas em cada uma das pernas da cadeira...ouço-o a despir-se...começo a sentir o cheiro do seu pau cada vez mais perto...o meu dono agarra a minha cabeça e sinto o seu pau a bater na minha boca...abro-a e sem demora tenho-o todo cá dentro, como o meu dono a comandar a intensidade do broche... "Isso puta...mostra-me do que és capaz...ah..."...eu chupo-o cada vez com mais vontade e sinto a minha rata molhada outra vez...quero poder segurá-lo...tê-lo nas minhas mãos...poder lambê-lo e não só chupá-lo...mas o meu dono não me deixa...sinto-o quase a explodir e a sair sentindo de seguida a esporra a escorrer-me pelas mamas... "Agora chupa o que falta minha escrava e limpa-o todo."...eu assim o faço engolindo o prazer do meu dono...será que ele estava a gostar?...será que seria mesmo dele?...eu pensava, tentando fazer tudo da melhor maneira possível...
O meu dono leva-me para a cama e enquanto me amarra diz... "Agora vais implorar para me ter puta...tudo o que eu fizer será depois de pedires ao teu dono."...estou de quatro...com as mãos amarradas na cabeceira da cama e as pernas igualmente amarradas nas pernas da cama... "Por favor meu dono, fode-me."...sinto uma estalada no cu que faz arder... "Não é assim escrava...diz-me onde devo te foder e como devo te foder."... "Fode-me a rata meu dono, fode-me até ao meu limite, faz-me vir no teu pau, por favor."... "Queres essa rata fodida, é?"... "Sim meu dono, por favor."...o meu dono abre-me mais as pernas enfiando de uma só vez o pau na minha cona... "hum...meu dono...mais, por favor, não pare."... "Eu não paro escrava...gostas disso não é? Vendada e minha."... "Sim meu dono."...digo a gemer...o meu dono olha a minha cona enquanto entra e sai de dentro dela... "Entrega-te a mim...isso..."...eu já não penso no medo...já não disfarço o tesão...e gemo e grito...louca...sentindo as estaladas do meu dono no meu cu... "ah...faz-me vir meu dono...ah..."...digo a gritar...as estocadas do meu dono são cada vez mais frenéticas e sinto-me a vir, rebolando no seu pau...ele não pára até que eu deixa de gritar...o meu dono tira o pau vendo o liquido a escorrer...ele passa a mão e leva até a minha boca fazendo-me chupar os seus dedos... "sente o gosto do teu prazer por mim puta."...eu chupo os dedos do meu dono sentindo o meu cheiro e o meu gosto...o meu dono debruça-se em cima de mim...apertando as minhas mamas duras de prazer... "Quero mais meu dono...dê-me mais por favor..."...eu digo já completamente entregue ao meu dono...
Tu voltas  a me desamarrar e vira-me com a barriga para cima, prendendo os meus braços as minhas pernas e levantando a minha anca apoia-a nas suas coxas dobradas... "Quero olhar para ti agora e te ouvir a implorar por mim, o teu dono que tão bem te conhece."...começo a sentir um dedo teu a forçar a entrada do meu cu...a tua saliva escorre ajudando a lubrificar mais, já que já estava molhado do meu prazer...lentamente enterras o dedo...mexendo-o...rodando-o...enquanto aprecias o meu prazer na minha cara...com um dedo no meu cu e a outra mão a apertar-me as mamas dizes: "Agora pede puta...implora por mim."..."Ai meu dono, quero que me enrabes...quero sentir-te cá dentro e sentir-te a vir dentro de mim."... "Queres puta? Queres que eu te foda o cu todo até não aguentares mais"... "Sim meu dono, por favor, agora."...tu sentes-me já relaxada e lentamente começas a entrar, ouvindo-me gemer, querendo mexer o corpo...sentindo-te a entrar...tu com as mãos abres-me as paredes do cu, vendo o teu pau a entrar cada vez mais fundo...mais fundo...até que o tens todo lá dentro...tu agarras a minha anca e já não paras...vais e vens...sem parar...sinto um dedo na minha cona...e outro e outro...indo e vindo ao ritmo das estocadas no cu...grito de dor e prazer...as estocadas são fortes, mas o prazer é maior...quero te olhar...te ver a vir...mas não posso...tu desamarras-me e deitas-te na cama pondo-me em cima de ti... "Agora salta puta...isso...mais."...eu salto no teu pau, rebolo, subo e desço contigo dentro de mim...louca...sinto as tuas mãos no meu cu, com força marcando-me... "Agora como uma cadela."...E fico de quatro oferecendo-me a ti...mais... "Ah, é bom meu dono...hum"...sinto mais estaladas... "Mexe-te puta...isso."...eu mexo-me e grito e gemo...e sinto-te a vir...e grito pois as estocadas são mais violentas devido aos espasmos do teu corpo..."Ah puta..."...tu dizes descarregando todo o teu prazer dentro de mim... já cansados e suados e extasiados... "Agora sim escrava, podes me ver" e tiras a minha venda, deixando-me ver o teu olhar de prazer... "A partir de hoje serás minha. Sou o teu dono." E agarrando-me a cara dás-me um beijo demorado... "Obrigada meu dono." E vamos para o banho antes de adormecermos uma agarrado ao outro...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ideias de uma amiga minha...

Tive uma amiga que há algum tempo me mandou este texto. É um desejo que queria concretizar. Não sei se alguma vez o conseguiu, mas aqui fica para todos. Vai anónimo para protecção da autora. Não sei se haverá muitas pessoas com desejos semelhantes... Eu gostei e espero que gostem também.


Vou p casa a pé. O vento frio corta a respiração... Apenas alguns carros passam. Apresso o passo a ver s me aqueço... Ouço passos atrás de mim mas não olho, continuo em passos apressados... Corto caminho por um beco... Talvez n o devesses fazer... Tarde demais. Só lembro de sentir um cheiro forte... Alguém q me agarra... E adormecer...
Abro os olhos mas continua tudo escuro... Acordo lentamente, tentando me mover. N consigo. As minhas mãos e pernas estão presas em X... Debato-me a medida q acordo tentando me soltar... Por fim grito... Socorro! ... A sensação de estar presa deixa.me nervosa, quero me soltar... Socorro! ... Volto a gritar... Finalmente ouço uma porta a abrir.se... Ah.. Finalmente acordaste. Não adianta gritar. Ninguém vai te ouvir. Estamos completamente isolados.... Solta.me. Solta-me. Grito a me contorcer na cama... Calma... Primeiro tens q te acalmar. Só depois, Qd tiver a certeza q vais me obedecer posso te soltar... Tira.me daqui! Eu não vou te obedecer a nada....
Não me parece q estejas em posição de negar seja o q for. Pelo contrário. S eu quiser violo.te já sem q te dês conta... Por favor não me faça nada. Eu peço.te. E obedeço... Eu não te quero fazer mal. Bem, a não ser q mereças.... E começas a passar a mão pelo meu corpo... Só então me dou conta q estou nua... Passas pelas mamas, pela barriga e chegas a rata... Andas sp assim com ela rapada? É p entrar melhor não é?... Eu não respondo, mexo.me de um lado pro outro tentando me libertar... Vais te portar bem? Vais fazer aquilo q eu disser?... Por favor deixa-me ir. Por favor não me faça nada...
Bem, já vi q vou ter q fazer isso a minha maneira. Mas n faz mal. Vais acabar por ceder.... Sinto o peso do teu corpo em cima de mim... O teu pau passa pela minha boca. Eu viro.a... Desces p as minhas mamas? Apertando.as contra o teu pau... Ah... Q tetas boas... Desces e abres a minha rata com as mãos... Sinto a tua língua entrar ao máximo... A tua saliva a molhar.me toda... É agora minha puta. Vais aprender a ser minha... Não por favor... Grito ao mesmo tempo q entras sem aviso... Não? Eu digo.te o não...vou te comer toda até aprenderes a implorar p eu t foder... Pega. Pega... Uma mistura de raiva e prazer invade o meu corpo... N quero gemer. N quero ter prazer... Tu continuas. Abrindo a minha rata com as mãos p ver bem o teu pau a entrar... Sinto o teu corpo em cima do meu... A tua boca come as minhas mamas.. Es toda minha ouviste? Tu sais de repente... Agarras a minha cabeça com força.. Abre a boca... Eu não o faço... Abre puta. Gritas... Abre ou esgano.te... Dizês a segurar.me pelo pescoço... Eu abro... E já a tua esporra entrava pela minha boca, garganta... Toma... Isso... É todo teu. O teu leite de vaca... Agora ficas aí e pensa bem em como queres agir a partir de agora. N tens por onde escapar... Ouço a porta a bater... Sem forças p tentar dormir, adormeco outra vez...
Acordo a meio da noite... Sinto minhas mãos e pernas livres... Abro os olhos e no meio da escuridão consigo ver alguns contornos... Se calhar foi só um sonho... Sento.me mas algo me impede de sair da cama... Ponho a mão no pescoço... Uma coleira... N tentes fugir, estas bem presa a mim... Preciso ir a casa de banho... Vais.. Depois de me chupares e eu me vir de novo na tua boca podes ir... Por favor não... Então não vais. E já sabes q eu consigo as coisas a bem ou a mal. Tu é q sabes.. Eu fico por uns momentos sentada. Tu n te mexes. Continuas de barriga p cima. As pernas abertas, a espera... Eu n tenho outra escolha... Deito.me no meio das tuas pernas e começo... Isso... Chupa... Ah... Sinto o teu pau q cresce na minha boca... Lambo .o de cima a baixo... Chupo os teus tomates enchendo a minha boca com eles... Esqueço a minha situação e faço-te um broche perfeito... Quando dou conta já estou a engolir o teu prazer... Tu seguras a minha cabeça... Continua a chupar. Mais... Limpa-me... Acabo o serviço... Posso ir a casa de banho?... Agora podes. É mesmo aqui no quarto por isso n precisas pensar em fugir. Acendes o candeeiro e vejo pela primeira vez o teu rosto.... E tome banho também. Quero-te limpa. Já dormiste bastante por hoje. Tá na hora de me dares prazer a sério... Tiras-me a coleira de deixas-me ir....

terça-feira, 10 de maio de 2011

Mundo cão


Entrei no teu jogo, como um louco
Fui ingénuo e tu tão fatal

Joguei-me todo e foi tão pouco
O amor é o teu instinto mais cruel

Enquanto te sigo melhor me faço o teu troféu
Entrei no teu jogo como um louco
Eu sou o teu escravo mais leal

Ordena que te ame
E odeia quando falho
mas usa, abusa de mim
e eu serei feliz até ao fim

Marquei as unhas no corpo,
tornei-me um bicho irreal.
Infectei o lugar onde me punhas,
O amor é este monstro final

Gostas do teu troféu erguido neste inferno.
Marquei o corpo com as unhas,
Pus-me louco tão original

Ordena que te ame,
E odeia quando falho,
mas usa, abusa de mim e eu serei feliz,
até ao fim.

Ordena que te queira,
E odeia quando paro,
Leva-me, arrasta o meu corpo,
Desfeito em pó.

Ordena que te ame,
E odeia quando falho,
mas usa e abusa de mim e eu serei feliz,
até ao fim

Ordeno que me odeies
Olho porque sofras
Do que uso e abuso é sempre assim
Morrerá por mim

Ordeno que me odeies
Amo que tu sofras
Do que uso e abuso é sempre assim
Morrerá por mim