Entraste no quarto.
Puseste o cartão em cima da cómoda. A mala no chão. Eu já dormia. Ao centro da cama. Nú. De barriga para cima.
Uma almofada debaixo das minhas costas.
Os cortinados deixavam passar um fio de lua, que se misturava com a fraca luz dos candeeiros de rua. As paredes do quarto obtinham um tom alaranjado. O aguaceiro exterior entrecortava-se com os pneus de um e outro carro, na calada da noite.
Aproximaste-te lentamente da cama.
Os cortinados deixavam passar um fio de lua, que se misturava com a fraca luz dos candeeiros de rua. As paredes do quarto obtinham um tom alaranjado. O aguaceiro exterior entrecortava-se com os pneus de um e outro carro, na calada da noite.
Aproximaste-te lentamente da cama.
Tiraste lentamente a tua roupa, peça por peça, que arrumaste no cadeirão, ordenadamente.
Da tua mala, saíram quatro lenços de seda, longos e brancos.
Da tua mala, saíram quatro lenços de seda, longos e brancos.
Os meus pulsos perdem a sua liberdade, ficando agora a depender da extensão dos lenços, que atas fortemente à cabeceira da cama. Os meus tornozelos aos pés da cama sofrem o mesmo fim.
O meu corpo inconsciente faz agora um xis.
O meu corpo inconsciente faz agora um xis.
Estás nua. Sobes para a cama.
Ficas de pé em cima da cama, com os tornozelos na zona do meu peito. Olhas-me de cima para baixo.
Agachas-te e aproximas o teu sexo da minha cara.
Ficas de pé em cima da cama, com os tornozelos na zona do meu peito. Olhas-me de cima para baixo.
Agachas-te e aproximas o teu sexo da minha cara.
Abro os olhos.
Sorrio.
Sorrio.
"Hoje sou só eu que mando!"
Roças o teu sexo no meu nariz. Estendo a língua para lhe tocar. Não consigo. Evitas-me.
Roças as tuas mamas no meu peito. Sinto os teus mamilos duros.
Beijas-me o peito, a barriga, o umbigo até ao meu pau, que já se manifesta.
Tratas dele como se fosse um gelado. E ele estica-se ao máximo.
Tocas-lhe com o teu buraco, onde ele quer entrar. Mas não.
Depois, atacas os meus testículos com a boca, chupando-os um e depois o outro, alternando.
A tua saliva faz com que se retraiam.
Regressas ao meu pau. Apontas o teu buraco húmido para ele, ameaças entrar mas não.
Depois, empalas-te com ele.
Bem molhada, como eu gosto. Ele entra sem esforço.
As tuas mamas saltam enquanto pulas no meu colo. Pões as mãos no meu peito para te apoiares.
"Gostas? É assim que gostas?"
Quando estou quase a vir-me, páras. Apertas-me o membro com força. "Não te venhas ainda! Quero mostrar-te mais!"
Metes a língua entre os meus tomates e meu cú. Excitas-me mais ainda. De pássara voltada para a minha cara, vejo-a vermelha e sinto vontade de lhe meter a minha língua.
Sentas-te na minha cara. A minha barba por fazer arranha-te mas permaneces imóvel enquanto eu exploro a tua zona húmida com a minha língua. Lambo os lábios, o clítoris, chupo-o. Deixas cair todo o teu peso para que em a enterre bem fundo.
Lá dento, mexo-a. A minha saliva fica toda com o teu gosto.
O teu visco recobre-me a cara.
Consigo libertar-me de um dos lenços.
Atiro-me ao outro pulso e liberto-me das quatro amarras.
"Agora sou eu!"
Pego em ti e lanço-te para baixo de mim. De costas. Abro-te bem as pernas, de joelhos levantados e bem afastados. Seguro-te com força nos pulsos. As tuas mamas ficam entre os teus joelhos. A tua vagina bem aberta à minha mercê.
Dou-te com força. Estocadas com violência, cada vez mais fundas. Ouve-se um "choc, choc, choc", de estares totalmente alagada. A minha verga não encontra resistência.
Ao sentir-me quase vir, páro.
Ponho-me de pé na cama. E tu de joelhos.
"Chupa-me!"
Tu engoles profundamente o meu pau até que abres bem a boca e ele se esvazia todo em ti, pela tua cara, os teus olhos, a tua boca.
Cansados, vamos lavar-nos.
E depois dormimos um pouco.
Continuamos mais tarde.

2 comentários:
hummmmm
Mas que enigma!
Somos do sul, com a planície por nossa conta, e continuamos fechados por dentro, privados.
O sol dourado há-de um dia entrar por essa janela, e tudo ficará claro.
Eu sei, que o que descreve são realidades, mas se lhe dermos a cor da esperança e da liberdade, não ficarão muito mais bonitas e sensatas?
Devo dizer o que penso, quer seja publicado ou não o meu comentário.
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