domingo, 8 de maio de 2011

Submersos...



Nadas por entre as ondas do mar. Para fugir à rebentação, nadas para mais longe, estando agora sem pé.
Vais-te afastando da zona de banho e de onde estão as outras pessoas.
Estás agora sozinha, a bater suavemente os pés e os braços para te manteres à superfície.
Vejo-te por baixo, com biquini curto.
Subo um pouco e não te apercebes de mim.
Estou de fato de mergulho.
Seguro-te por uma perna e puxo-te com força.
Estás debaixo de água comigo.
Assustas-te com o perigo de afogamento. Esperneias mas eu sou mais forte.
Tiro o regulador da minha boca e ponho-o na tua. Sustenho a respiração.
Começas a respirar normalmente. Alternamos as vezes, enquanto te puxo um pouco mais para baixo.
Tiro-te a parte de baixo do biquini e baixo o meu calção de banho.
Estamos submersos e tu não consegues subir porque te prendo com um braço. Além disso, poderás afogar-te.
Meto os dedos por ti adentro. Arregalas muito os olhos.
Vamos alternando o regulador para não nos afogarmos. As bolhas passam a uma cadência muito mais frequente. Suspendes a respiração.
Em cima, passa um barco a motor.
Meto a tua mão no meu pau duro e tu mete-lo por ti adentro, abrindo bem as pernas.
Pego-te pela cintura e forço-me dentro de ti.
O teu veludo quente contrasta com o frio da água.
Alternamos o regulador. Suspendo a respiração.
Dou-te com força e tu vais-te lubrificando.
Os movimentos começam a tornar-se frenéticos até que me sinto jorrar. Sentes o meu prazer quente. Esforço-me por não respirar, senão afogo-me.
Alternamos novamente o regulador. Suspendes a tua respiração.
Os movimentos têm que ser cuidadosos. Os canais de ar não podem ser danificados.
Em redor, a luz quebradiça de alguns metros de profundidade deixa perceber as águas límpidas, onde os peixes testemunham a nossa lascívia.
Devolvo-te a parte de baixo do biquini, presa na garrafa que trago às costas. Vestes-te.
Acompanho-te à superfície, assegurando-me que sobes devagar, progressivamente, em movimentos largos e concêntricos, para não haver problemas.
Ponho a cabeça fora de água.
Pela primeira vez, respiramos os dois ao mesmo tempo.
Estás bem.
O meu esperma está ainda dentro de ti. Não procuras lavá-lo.
Levanto os óculos.
"Até à próxima!" adianto.
Afastas-te nadando calmamente, bruços, para manteres a cabeça fora de água.
As outras pessoas estão a uma distância segura. à medida que se encurta, vais olhando paa trás, procurando-me.
Grito-te: "Se vieres amanhã, tens um convés de barco, ao sol"
Vês-me regressar às profundezas. As minhas barbatanas são a última coisa que vês à superfície.
Megulhas para ver o meu destino mas perdes-me de vista na profundidade.

Regressas à praia e estendes-te na toalha.
"Amanhã vou ser marinheira!", pensas.
A noite foi difícil, diferente, estranha.
Molhada. Sem dúvida.
As sensações misturam-se. A noção de afogamento, o prazer sexual e o quente e frio.
A respiração artificial, dura, brusca e interrompida.
O risco. E o prazer.

O tempo passa devagar. Tão devagar. Ouves os ruídos dos turistas na rua, que regressam das discotecas. Um e outro carro. Levantas-te e vais à varanda, observando o mar.
Será que eu irei mesmo?
Será que queres ir?

Desconfiando que vinhas, trouxe outro regulador.
Apanhei-te quase no mesmo sítio.
Desta vez, não ofereceste resistência.
Coloquei-te o regulador e começaste a respirar normalmente debaixo de água.
Retirei-te o biquino todo, deixando-te completamente exposta.
Tirei o meu fato de banho. Apenas com máscara, regulador e duas pequenas garrafas de oxigénio, parecíamos Adão e Eva mas nos tempos de Noé, durante o dilúvio.
A tua mão no meu pau; a minha mão na tua rata, masturbando-nos em simultâneo, debaixo de água.
Roço-me por ela... Algum tempo.
Levo-te até ao barco sempe com os meus dedos enfiados na tua rata, onde subimos pela escada de acesso.
Depois de tirarmos todo o equipamento de mergulho, o meu pau ficou ainda mais teso, ao ver-te completamente nua, ao sol.
Atirei-me às tuas mamas, que chupei, salgadas da água.
Chupei com força, mordiscando os mamilos, ouvindo-te suspirar com força.
Depois, abri-te as pernas e joguei-no no convés.
"Fizeste bem em voltar!"
Pediste-me para te dar com força.
"Ainda não! Primeiro, vamos divertir-nos."
Beijo-te a rata, enrolando os teus lábios na minha língua. Chego ao clitoris, que chupo fortemente.
Gemes e atiras a cabeça para trás.
Agarras-me a cabeça tentando apanhar o meu cabelo curto.
Meto a minha língua dentro de ti. Provo o teu prazer.
A seguir, meto o meu pau duríssimo entre os teus lábios, esfregando com ele o teu clitoris.
Depois, bato-te com ele. Abres muitíssimo as pernas.
Continuo a bater-te ali enquanto tu te espremes de prazer.
Subo no teu corpo, até te bater nas mamas. Uma e outra.
Saltitam com o impacto.
Regresso aos lábios.
Vais abrindo a boca, engolindo-me de uma vez só.
Ajudas com as mãos.
"Faz-me vir!"
E tu assim fazes.
Alongas fundo a tua boca para me envolveres o membro. Dentro e fora. A tua boca quente e a tua língua deixam-me doido de prazer.
O meu esperma jorra finalmente.
"Aaahhh!" De boca aberta, tentas apanhar o máximo que podes.
Depois, seguro-te os braços estendidos.
Meto o meu pau na tua rata, fundo. Mantenho-me assim.
Sinto-te latejar. Gosto de te ouvir gemer.
Pedes por mais! Mais forte e mais fundo.
Espetei até ao fim. E assim fiquei.
E retirei-o. Senti-te muito mais molhada agora.
Deitei-me e tu viraste a tua cona para mim, a convidar-me para um 69.
Começaste a chupar mas eu meti os meus dedos em ti, em vez da língua.
Chupavas bem molhado enquanto eu ia empurrando os meus dedos para dentro da tua rata. Primeiro dois. E tu molhada. Depois três dedos e, por fim, quatro.
Aí deste um grito. Alargaste mais do que estavas preparada.
Mantive os meus dedos dentro de ti.
"Continua a chupar! Vou meter a minha mão toda, sim!"
Voltaste a mamar-me enquanto eu pensava forçar o quinto dedo.
Mas não o fiz.
Dei-te a volta, sempre com a minha mão dentro da tua rata bem alargada.
E passei à posição tradicional, com o meu pau dentro de ti. Ambos sentimos o bater dos corações no latejar dos sexos unidos.
"Vou-me vir fundo em ti!"
E começo a dar-te desenfreadamente.
Transpiras e os nossos corpos deslizam um no outro.
Os nossos cheiros misturam-se.
Gritamos ambos ao virmo-nos.
Olhos nos olhos.
"Diz-me de quem és!"
"Sou tua!"

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