A hora prevista parava o comboio...um lugar neutro...fora da cidade dela e da dele...no centro dos dois...enquanto o comboio segui o seu caminho, ela pensava...como ele seria?...o que faria com ela?...seria de confiança?...O medo passava-lhe pelo pensamento, mas já não havia volta, não porque era impossível, bastava parar na próxima paragem e voltar para trás...mas sim porque ela já não queria...já não havia lugar para adiamentos...ela queria-o e queria ser sua...
...o comboio pára e ela segue as instruções até ao hotel...podia ir a pé...era perto. Ainda hesita antes de entrar, pensa em voltar para trás...mas não o faz, entra e vai até a recepção dizendo o numero do quarto...a chave é-lhe entregue bem como um bilhete...no elevador ela lê: "Entre e vista o que tens em cima da cama. Fique com as botas. (ele tinha lhe pedido que fosse de botas altas) Em breve chegarei."...ela abre a porta...o ambiente é acolhedor...uma pequena sala...uma casa de banho e por último o quarto...a cama enorme...uma cadeira num canto...começou a despir-se das roupas que trazia...pegou na camisola que tinha a sua espera...vermelha...curta e decotada...transparente...deixando exibir uma leve linha do seu corpo...as botas ficaram como lhe fora pedido...e ela ficou a espera...não sabia se ficava no quarto, se ia para a sala...olhou-se ao espelho...gostou do que viu...será que ele ia gostar?...ele conhecia o seu corpo...mas...nisso ouve a chave a rodar...o sangue sobe-lhe até a cabeça...ela senta-se na cama, pois o nervosismo faz-lhe tremer...ele sem aparecer diz: "na gaveta há uma venda. Ponha-a"...ela assim o faz atando-a na cabeça...o sangue sobe ainda mais, pois agora ela sentia-se mais vulnerável.... "Já está"...e ela sente-o a entrar...ela tenta controlar a respiração, para que ele não se dê conta que é a primeira vez que ela faz isso...encontrar-se com alguém desta maneira, sem o conhecer e estar disposta a entregar-se...ele apercebe-se e isso excita-o ainda mais...ele levanta-a certificando-se que a venda estava bem presa...ela não o via...só o sentia junto ao seu corpo...e o seu cheiro...a sua respiração...ele começa a cheirar-lhe...o pescoço...as mamas...a barriga...ajoelha-se e sente o cheiro da sua cona...imaginando-a já molhada...ela treme...ele apercebe-se...ele desliza as mãos pelo seu corpo...ela suspira... "Não tenhas medo. E confia em mim. Confias?"... "sim" ela diz num tom abafado pelo medo... "Entrega-te a mim. E sê minha." Ele diz enquanto encosta-se a ela, fazendo com que ela sinta o seu pau por baixo das calças...duro...e pronto... "Eu quero ser tua"...ela diz num impulso... "então serás. A partir de agora és minha. A minha escrava. Passa a me chamar de Dono, e tu serás o que eu quiser."... "Sim meu dono."...ela diz entregando-se a ele nesse momento.
O meu dono agarra as minhas mamas molhando-as com a sua saliva e aperta-as fazendo-me soltar um gemido...ouço-o a mexer em algo...e sinto...o meu dono tem um cubo gelo na mão...e começa suavemente a passá-lo numa mama...e chupa-a com força...faz o mesmo a outra...e chupa-a...repetitivas vezes até que a dormência impede que meu sinta a dor...a água escorre pela camisola, pelo meu corpo...o meu dono pousa o cubo de gelo...e arranca com força a camisola do meu corpo, deixando-me a sua mercê...só com as botas e uma cueca preta...fio dental...ele vê que eu me preparei para ele...na rata não tinha pelos...nem um único pelo...tudo liso...ele põe a mão por dentro da cueca para certificar-se... "Vieste pronta para mim não foi? Queres ser minha tanto quanto eu quero te possuir, não é escrava?"... "Sim meu dono."...o meu dono apoia as minhas mãos na cama deixando-se com o cu virado para ele...mais uma vez o gelo...que começa a passar pelas minhas costas... "hum"...ele ouve-me a gemer...sinto algo gelado que não o gelo...uma tesoura que o meu dono passa pelas minhas pernas...subindo...fazendo roçar na minha rata alagada...ele ajoelha-se e corta-a ao meio...começando na rata e acabando no cu...as duas partes deslizam pelas minhas pernas...e o meu dono apanha-as cheirando o meu desejo... o cubo de gelo volta a trabalhar... molhando-me o cu, a água escorre até a rata...o meu dono de joelhos enfia-o na minha cona...eu sinto-o a derreter cá dentro...e sinto meu dono a me chupar...a sugar...a me lamber como nunca antes alguém o tinha feito... "Vem-te puta...mostra que és minha."...eu gemo...e rebolo...e sinto a língua do meu dono a entrar...e venho-me assim uma primeira vez...sentindo o meu dono a continuar a chupar, até que os meus espasmos cessem...depois disso o meu dono leva-me até a cadeira...sentando-me com as pernas abertas...sinto-o a amarrar as minhas mãos por detrás da mesa, e as minhas pernas em cada uma das pernas da cadeira...ouço-o a despir-se...começo a sentir o cheiro do seu pau cada vez mais perto...o meu dono agarra a minha cabeça e sinto o seu pau a bater na minha boca...abro-a e sem demora tenho-o todo cá dentro, como o meu dono a comandar a intensidade do broche... "Isso puta...mostra-me do que és capaz...ah..."...eu chupo-o cada vez com mais vontade e sinto a minha rata molhada outra vez...quero poder segurá-lo...tê-lo nas minhas mãos...poder lambê-lo e não só chupá-lo...mas o meu dono não me deixa...sinto-o quase a explodir e a sair sentindo de seguida a esporra a escorrer-me pelas mamas... "Agora chupa o que falta minha escrava e limpa-o todo."...eu assim o faço engolindo o prazer do meu dono...será que ele estava a gostar?...será que seria mesmo dele?...eu pensava, tentando fazer tudo da melhor maneira possível...
O meu dono leva-me para a cama e enquanto me amarra diz... "Agora vais implorar para me ter puta...tudo o que eu fizer será depois de pedires ao teu dono."...estou de quatro...com as mãos amarradas na cabeceira da cama e as pernas igualmente amarradas nas pernas da cama... "Por favor meu dono, fode-me."...sinto uma estalada no cu que faz arder... "Não é assim escrava...diz-me onde devo te foder e como devo te foder."... "Fode-me a rata meu dono, fode-me até ao meu limite, faz-me vir no teu pau, por favor."... "Queres essa rata fodida, é?"... "Sim meu dono, por favor."...o meu dono abre-me mais as pernas enfiando de uma só vez o pau na minha cona... "hum...meu dono...mais, por favor, não pare."... "Eu não paro escrava...gostas disso não é? Vendada e minha."... "Sim meu dono."...digo a gemer...o meu dono olha a minha cona enquanto entra e sai de dentro dela... "Entrega-te a mim...isso..."...eu já não penso no medo...já não disfarço o tesão...e gemo e grito...louca...sentindo as estaladas do meu dono no meu cu... "ah...faz-me vir meu dono...ah..."...digo a gritar...as estocadas do meu dono são cada vez mais frenéticas e sinto-me a vir, rebolando no seu pau...ele não pára até que eu deixa de gritar...o meu dono tira o pau vendo o liquido a escorrer...ele passa a mão e leva até a minha boca fazendo-me chupar os seus dedos... "sente o gosto do teu prazer por mim puta."...eu chupo os dedos do meu dono sentindo o meu cheiro e o meu gosto...o meu dono debruça-se em cima de mim...apertando as minhas mamas duras de prazer... "Quero mais meu dono...dê-me mais por favor..."...eu digo já completamente entregue ao meu dono...
Tu voltas a me desamarrar e vira-me com a barriga para cima, prendendo os meus braços as minhas pernas e levantando a minha anca apoia-a nas suas coxas dobradas... "Quero olhar para ti agora e te ouvir a implorar por mim, o teu dono que tão bem te conhece."...começo a sentir um dedo teu a forçar a entrada do meu cu...a tua saliva escorre ajudando a lubrificar mais, já que já estava molhado do meu prazer...lentamente enterras o dedo...mexendo-o...rodando-o...enquanto aprecias o meu prazer na minha cara...com um dedo no meu cu e a outra mão a apertar-me as mamas dizes: "Agora pede puta...implora por mim."..."Ai meu dono, quero que me enrabes...quero sentir-te cá dentro e sentir-te a vir dentro de mim."... "Queres puta? Queres que eu te foda o cu todo até não aguentares mais"... "Sim meu dono, por favor, agora."...tu sentes-me já relaxada e lentamente começas a entrar, ouvindo-me gemer, querendo mexer o corpo...sentindo-te a entrar...tu com as mãos abres-me as paredes do cu, vendo o teu pau a entrar cada vez mais fundo...mais fundo...até que o tens todo lá dentro...tu agarras a minha anca e já não paras...vais e vens...sem parar...sinto um dedo na minha cona...e outro e outro...indo e vindo ao ritmo das estocadas no cu...grito de dor e prazer...as estocadas são fortes, mas o prazer é maior...quero te olhar...te ver a vir...mas não posso...tu desamarras-me e deitas-te na cama pondo-me em cima de ti... "Agora salta puta...isso...mais."...eu salto no teu pau, rebolo, subo e desço contigo dentro de mim...louca...sinto as tuas mãos no meu cu, com força marcando-me... "Agora como uma cadela."...E fico de quatro oferecendo-me a ti...mais... "Ah, é bom meu dono...hum"...sinto mais estaladas... "Mexe-te puta...isso."...eu mexo-me e grito e gemo...e sinto-te a vir...e grito pois as estocadas são mais violentas devido aos espasmos do teu corpo..."Ah puta..."...tu dizes descarregando todo o teu prazer dentro de mim... já cansados e suados e extasiados... "Agora sim escrava, podes me ver" e tiras a minha venda, deixando-me ver o teu olhar de prazer... "A partir de hoje serás minha. Sou o teu dono." E agarrando-me a cara dás-me um beijo demorado... "Obrigada meu dono." E vamos para o banho antes de adormecermos uma agarrado ao outro...

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