segunda-feira, 18 de julho de 2011

A despedida.

Escrevo hoje em jeito de despedida.
Publico mais por impulso ou por ter sido perguntado por uma amiga (S*tr*) há pouco.
Ainda não sei se acabarei com o blogue. Logo vejo as implicações.
Se continuar, pouco será o meu tempo de cá vir. Peço desculpa.



Centro Comercial Colombo, dez horas da manhã.
Acaba de abrir. algumas lojas ainda têm as luzes apagadas.
Uma colaboradora de uma loja de roupa feminina corre para a casa de banho do piso superior. Atrapalhada.
Roupa colada ao corpo, de cabelo longo e apanhado atrás, em marcha apressada com algo na mão. Desaparece pelo túnel de acesso ao WC feminino.
Sigo-a com os olhos. Dou algum tempo. Fecho o livro e sigo-a.
Entro no WC das mulheres. Ela vê-me pelo espelho e ignora-me. Continua a lavar a cara, como se tentasse livrar-se de um beijo de alguém asqueroso.
Aproximo-me dela por trás e levanto-lhe a saia. Com a minha pélvis, empurro-a contra os lavabos, enquanto lhe apalpo as mamas com ambas as mãos. Espalmo-as. Ela fecha os olhos.
Faço deslizar as mãos pelo seu corpo, passando pela barriga, enquanto lhe desaperto o camiseiro para ver as suas mamas nuas, em frente ao espelho. Ela resiste. Olhos arregalados. Por pouco tempo. Levanto-lhe a camisa por trás e abro-lhe o soutien, libertando o seu apetitoso conteúdo que salta lá de dentro. Aperto-lhe os mamilos entre os meus dedos abertos, que fecho suavemente como se quisesse tesourá-los devagar.
Desço até à saia, que invado desde a cintura, directamente pelas cuecas, abaixo do umbigo. Abraço-a e arrasto-a. Fecho-me com ela dentro de um dos cubículos, lavados há pouco, antes da abertura. Lá dentro, abro-lhe as pernas por trás e levanto-lhe a saia.
As cuecas não oferecem grande resistência e ela põe-se em posição para me receber, apoiando as mãos na parece por cima do autoclismo. "Queres comer-me?", dirige-me... Não respondo a retórica. Simplesmente faço-o.
Abro a braguilha e meto-me dentro dela.
Alguém entra. Mantemo-nos paralisados, comigo dentro dela. Sinto a sua vagina latejar, a pedir-me por mais estocadas, mais fortes. Com as minhas mãos, aproveito a posição de sumbissão para lhe apalpar os peitos que já não se encontravam protegidos pelo soutien. Este, aberto, baloiçava com os leves abanos dos nossos corpos.
Os passos aproximam-se e alguém entre no cubículo do lado. Por baixo, apercebe-se de que o nosso está ocupado. Mas finge que não percebe... E nós continuamos. Primeiro devagar, o meu sexo dentro do dela. Ela emite um gemido. Mas eu não ligo.
"Cala-te. Não quero que nos oiçam!"
O autoclismo do lado é accionado, o que abafa os ruídos dela ao ser penetrada. Dou-lhe com força enquanto lhe agarro as mamas ao ponto de quase as rebentar, como se fossem balões.
Puxo-a para mim enquanto dou mais uma estocada. Estou quase a vir-me. Tiro-me de dentro dela e obrigo-a a abrir a boca.
A pessoa do lado não lavou as mãos. Sentimos os passos e a porta a fechar-se atrás deles. Voltamos a estar sós.
"Chupa com força! Fundo." Mais um pouco. Mais um pouco. Mais um pouco. Venho-me na boca dela. Parte do meu esperma escorre pelo canto da sua boca. De cócoras, vejo-lhe o sexo quase a arrastar no chão. "Senta-te!" Ela senta-se e eu meto-lhe a mão entre as pernas. Meto os meus dedos no seu morno segredo enquanto ela me olha, com os braços esticados ao lado do corpo, estarrecida.
Componho-me e saio pela porta. Lavo as mãos e seco-as. Saio com naturalidade dos lavabos. Vou sentar-me onde me encontrava antes.
Poucos minutos depois, vejo-a sair e acompanho-a com o olhar a entrar na sua loja de roupa. Levanto-me e aprecio a montra. Vejo pela montra que está sozinha.
Entro. Ao ver-me, treme. Dou-lhe um cartão com o meu número. "Liga-me. Agora." Ela pega no telemóvel e dá-me um toque. O número é identificado. Guardo-o na lista de contactos. "Quando te ligar, vens a correr! Dás uma desculpa, dizes que estás doente, que te dói a barriga, mas vens!"
Levanto-me e percorro as montras com o lhar, detendo-me numa ou outra, fazendo tempo. Não há pressa.
Ela é minha!
Desço até ao parque de estacionamento. Escadas rolantes. Uma, depois outra.
Faço a experiência enquanto entro no carro. Ligo-lhe.
"Sabes quem fala. 2º piso subterrâneo de estacionamento, lugar R28. JÁ!".
Zona periférica, afastada dos lugares habituais mais procurados.
Ela aparece poucos minutos depois, esbaforida. Faço-lhe sinais de luzes, já que apenas se encontram sete carros espalhados por todo o piso.
Ela apressa o passo, com medo de chegar atrasada.
Bate-me ao vidro. Viro-me desinteressadamente. Ela está do lado de fora da porta do condutor! Abro o vidro.
"Muito bem! Abre as pernas": Enquanto o faz, a minha mão levanta-lhe a saia, acompanhando o contorno de uma das coxas. Chego à zona das cuecas, húmidas. Não tenho dificuldade em meter os dedos pelo seu sexo acima, afastando os elásticos. Sinto o seu batimento cardíaco. Ela está quase sem fôlego e fica pior ainda. Começo a fazer movimentos de vai-e-vem com o meu dedo lá dentro. Os meus dedos emitem um ruído característico do visco que os envolve, enquanto esfregam a parte de dentro dela. Cada vez mais rápido. "Não aguento mais. Vou-me vir" diz ela. Enquanto isso, passa um carro ao longe. Apercebem-se do espectáculo. Sorriso do condutor... E eu espero que ela se venha. As suas pernas tremem. Ela geme. Morde o lábio de baixo. "Uhmmmmmm".
Em tom de ordem, que volte a compôr as cuecas, que entretanto se tinham deslocado. A saia também regressa ao seu lugar devido.
"Ao meio dia, vou-te visitar à loja. Vou para a terceira cabine. Quero-te sem roupa interior e pronta para me receber."
Ela cambaleia um pouco mas encontra o seu caminho de regresso à loja. São dez e meia.


(continua. Só não sei quando...)

2 comentários:

Anónimo disse...

Pena a despedida...

Beijo doce

S. [tu sabes quem sou]

DESIRE disse...

Hummmm que delícia de post!
Espero mesmo que continue e não seja uma espera demorada!
Beijos prometidos