quinta-feira, 16 de junho de 2011

E outra da minha amiga...



A hora prevista parava o comboio...um lugar neutro...fora da cidade dela e da dele...no centro dos dois...enquanto o comboio segui o seu caminho, ela pensava...como ele seria?...o que faria com ela?...seria de confiança?...O medo passava-lhe pelo pensamento, mas já não havia volta, não porque era impossível, bastava parar na próxima paragem e voltar para trás...mas sim porque ela já não queria...já não havia lugar para adiamentos...ela queria-o e queria ser sua...


...o comboio pára e ela segue as instruções até ao hotel...podia ir a pé...era perto. Ainda hesita antes de entrar, pensa em voltar para trás...mas não o faz, entra e vai até a recepção dizendo o numero do quarto...a chave é-lhe entregue bem como um bilhete...no elevador ela lê: "Entre e vista o que tens em cima da cama. Fique com as botas. (ele tinha lhe pedido que fosse de botas altas) Em breve chegarei."...ela abre a porta...o ambiente é acolhedor...uma pequena sala...uma casa de banho e por último o quarto...a cama enorme...uma cadeira num canto...começou a despir-se das roupas que trazia...pegou na camisola que tinha a sua espera...vermelha...curta e decotada...transparente...deixando exibir uma leve linha do seu corpo...as botas ficaram como lhe fora pedido...e ela ficou a espera...não sabia se ficava no quarto, se ia para a sala...olhou-se ao espelho...gostou do que viu...será que ele ia gostar?...ele conhecia o seu corpo...mas...nisso ouve a chave a rodar...o sangue sobe-lhe até a cabeça...ela senta-se na cama, pois o nervosismo faz-lhe tremer...ele sem aparecer diz: "na gaveta há uma venda. Ponha-a"...ela assim o faz atando-a na cabeça...o sangue sobe ainda mais, pois agora ela sentia-se mais vulnerável.... "Já está"...e ela sente-o a entrar...ela tenta controlar a respiração, para que ele não se dê conta que é a primeira vez que ela faz isso...encontrar-se com alguém desta maneira, sem o conhecer e estar disposta a entregar-se...ele apercebe-se e isso excita-o ainda mais...ele levanta-a certificando-se que a venda estava bem presa...ela não o via...só o sentia junto ao seu corpo...e o seu cheiro...a sua respiração...ele começa a cheirar-lhe...o pescoço...as mamas...a barriga...ajoelha-se e sente o cheiro da sua cona...imaginando-a já molhada...ela treme...ele apercebe-se...ele desliza as mãos pelo seu corpo...ela suspira... "Não tenhas medo. E confia em mim. Confias?"... "sim" ela diz num tom abafado pelo medo... "Entrega-te a mim. E sê minha." Ele diz enquanto encosta-se a ela, fazendo com que ela sinta o seu pau por baixo das calças...duro...e pronto... "Eu quero ser tua"...ela diz num impulso... "então serás. A partir de agora és minha. A minha escrava. Passa a me chamar de Dono, e tu serás o que eu quiser."... "Sim meu dono."...ela diz entregando-se a ele nesse momento.
O meu dono agarra as minhas mamas molhando-as com a sua saliva e aperta-as fazendo-me soltar um gemido...ouço-o a mexer em algo...e sinto...o meu dono tem um cubo gelo na mão...e começa suavemente a passá-lo numa mama...e chupa-a com força...faz o mesmo a outra...e chupa-a...repetitivas vezes até que a dormência impede que meu sinta a dor...a água escorre pela camisola, pelo meu corpo...o meu dono pousa o cubo de gelo...e arranca com força a camisola do meu corpo, deixando-me a sua mercê...só com as botas e uma cueca preta...fio dental...ele vê que eu me preparei para ele...na rata não tinha pelos...nem um único pelo...tudo liso...ele põe a mão por dentro da cueca para certificar-se... "Vieste pronta para mim não foi? Queres ser minha tanto quanto eu quero te possuir, não é escrava?"... "Sim meu dono."...o meu dono apoia as minhas mãos na cama deixando-se com o cu virado para ele...mais uma vez o gelo...que começa a passar pelas minhas costas... "hum"...ele ouve-me a gemer...sinto algo gelado que não o gelo...uma tesoura que o meu dono passa pelas minhas pernas...subindo...fazendo roçar na minha rata alagada...ele ajoelha-se e corta-a ao meio...começando na rata e acabando no cu...as duas partes deslizam pelas minhas pernas...e o meu dono apanha-as cheirando o meu desejo... o cubo de gelo volta a trabalhar... molhando-me o cu, a água escorre até a rata...o meu dono de joelhos enfia-o na minha cona...eu sinto-o a derreter cá dentro...e sinto meu dono a me chupar...a sugar...a me lamber como nunca antes alguém o tinha feito... "Vem-te puta...mostra que és minha."...eu gemo...e rebolo...e sinto a língua do meu dono a entrar...e venho-me assim uma primeira vez...sentindo o meu dono a continuar a chupar, até que os meus espasmos cessem...depois disso o meu dono leva-me até a cadeira...sentando-me com as pernas abertas...sinto-o a amarrar as minhas mãos por detrás da mesa, e as minhas pernas em cada uma das pernas da cadeira...ouço-o a despir-se...começo a sentir o cheiro do seu pau cada vez mais perto...o meu dono agarra a minha cabeça e sinto o seu pau a bater na minha boca...abro-a e sem demora tenho-o todo cá dentro, como o meu dono a comandar a intensidade do broche... "Isso puta...mostra-me do que és capaz...ah..."...eu chupo-o cada vez com mais vontade e sinto a minha rata molhada outra vez...quero poder segurá-lo...tê-lo nas minhas mãos...poder lambê-lo e não só chupá-lo...mas o meu dono não me deixa...sinto-o quase a explodir e a sair sentindo de seguida a esporra a escorrer-me pelas mamas... "Agora chupa o que falta minha escrava e limpa-o todo."...eu assim o faço engolindo o prazer do meu dono...será que ele estava a gostar?...será que seria mesmo dele?...eu pensava, tentando fazer tudo da melhor maneira possível...
O meu dono leva-me para a cama e enquanto me amarra diz... "Agora vais implorar para me ter puta...tudo o que eu fizer será depois de pedires ao teu dono."...estou de quatro...com as mãos amarradas na cabeceira da cama e as pernas igualmente amarradas nas pernas da cama... "Por favor meu dono, fode-me."...sinto uma estalada no cu que faz arder... "Não é assim escrava...diz-me onde devo te foder e como devo te foder."... "Fode-me a rata meu dono, fode-me até ao meu limite, faz-me vir no teu pau, por favor."... "Queres essa rata fodida, é?"... "Sim meu dono, por favor."...o meu dono abre-me mais as pernas enfiando de uma só vez o pau na minha cona... "hum...meu dono...mais, por favor, não pare."... "Eu não paro escrava...gostas disso não é? Vendada e minha."... "Sim meu dono."...digo a gemer...o meu dono olha a minha cona enquanto entra e sai de dentro dela... "Entrega-te a mim...isso..."...eu já não penso no medo...já não disfarço o tesão...e gemo e grito...louca...sentindo as estaladas do meu dono no meu cu... "ah...faz-me vir meu dono...ah..."...digo a gritar...as estocadas do meu dono são cada vez mais frenéticas e sinto-me a vir, rebolando no seu pau...ele não pára até que eu deixa de gritar...o meu dono tira o pau vendo o liquido a escorrer...ele passa a mão e leva até a minha boca fazendo-me chupar os seus dedos... "sente o gosto do teu prazer por mim puta."...eu chupo os dedos do meu dono sentindo o meu cheiro e o meu gosto...o meu dono debruça-se em cima de mim...apertando as minhas mamas duras de prazer... "Quero mais meu dono...dê-me mais por favor..."...eu digo já completamente entregue ao meu dono...
Tu voltas  a me desamarrar e vira-me com a barriga para cima, prendendo os meus braços as minhas pernas e levantando a minha anca apoia-a nas suas coxas dobradas... "Quero olhar para ti agora e te ouvir a implorar por mim, o teu dono que tão bem te conhece."...começo a sentir um dedo teu a forçar a entrada do meu cu...a tua saliva escorre ajudando a lubrificar mais, já que já estava molhado do meu prazer...lentamente enterras o dedo...mexendo-o...rodando-o...enquanto aprecias o meu prazer na minha cara...com um dedo no meu cu e a outra mão a apertar-me as mamas dizes: "Agora pede puta...implora por mim."..."Ai meu dono, quero que me enrabes...quero sentir-te cá dentro e sentir-te a vir dentro de mim."... "Queres puta? Queres que eu te foda o cu todo até não aguentares mais"... "Sim meu dono, por favor, agora."...tu sentes-me já relaxada e lentamente começas a entrar, ouvindo-me gemer, querendo mexer o corpo...sentindo-te a entrar...tu com as mãos abres-me as paredes do cu, vendo o teu pau a entrar cada vez mais fundo...mais fundo...até que o tens todo lá dentro...tu agarras a minha anca e já não paras...vais e vens...sem parar...sinto um dedo na minha cona...e outro e outro...indo e vindo ao ritmo das estocadas no cu...grito de dor e prazer...as estocadas são fortes, mas o prazer é maior...quero te olhar...te ver a vir...mas não posso...tu desamarras-me e deitas-te na cama pondo-me em cima de ti... "Agora salta puta...isso...mais."...eu salto no teu pau, rebolo, subo e desço contigo dentro de mim...louca...sinto as tuas mãos no meu cu, com força marcando-me... "Agora como uma cadela."...E fico de quatro oferecendo-me a ti...mais... "Ah, é bom meu dono...hum"...sinto mais estaladas... "Mexe-te puta...isso."...eu mexo-me e grito e gemo...e sinto-te a vir...e grito pois as estocadas são mais violentas devido aos espasmos do teu corpo..."Ah puta..."...tu dizes descarregando todo o teu prazer dentro de mim... já cansados e suados e extasiados... "Agora sim escrava, podes me ver" e tiras a minha venda, deixando-me ver o teu olhar de prazer... "A partir de hoje serás minha. Sou o teu dono." E agarrando-me a cara dás-me um beijo demorado... "Obrigada meu dono." E vamos para o banho antes de adormecermos uma agarrado ao outro...

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Ideias de uma amiga minha...

Tive uma amiga que há algum tempo me mandou este texto. É um desejo que queria concretizar. Não sei se alguma vez o conseguiu, mas aqui fica para todos. Vai anónimo para protecção da autora. Não sei se haverá muitas pessoas com desejos semelhantes... Eu gostei e espero que gostem também.


Vou p casa a pé. O vento frio corta a respiração... Apenas alguns carros passam. Apresso o passo a ver s me aqueço... Ouço passos atrás de mim mas não olho, continuo em passos apressados... Corto caminho por um beco... Talvez n o devesses fazer... Tarde demais. Só lembro de sentir um cheiro forte... Alguém q me agarra... E adormecer...
Abro os olhos mas continua tudo escuro... Acordo lentamente, tentando me mover. N consigo. As minhas mãos e pernas estão presas em X... Debato-me a medida q acordo tentando me soltar... Por fim grito... Socorro! ... A sensação de estar presa deixa.me nervosa, quero me soltar... Socorro! ... Volto a gritar... Finalmente ouço uma porta a abrir.se... Ah.. Finalmente acordaste. Não adianta gritar. Ninguém vai te ouvir. Estamos completamente isolados.... Solta.me. Solta-me. Grito a me contorcer na cama... Calma... Primeiro tens q te acalmar. Só depois, Qd tiver a certeza q vais me obedecer posso te soltar... Tira.me daqui! Eu não vou te obedecer a nada....
Não me parece q estejas em posição de negar seja o q for. Pelo contrário. S eu quiser violo.te já sem q te dês conta... Por favor não me faça nada. Eu peço.te. E obedeço... Eu não te quero fazer mal. Bem, a não ser q mereças.... E começas a passar a mão pelo meu corpo... Só então me dou conta q estou nua... Passas pelas mamas, pela barriga e chegas a rata... Andas sp assim com ela rapada? É p entrar melhor não é?... Eu não respondo, mexo.me de um lado pro outro tentando me libertar... Vais te portar bem? Vais fazer aquilo q eu disser?... Por favor deixa-me ir. Por favor não me faça nada...
Bem, já vi q vou ter q fazer isso a minha maneira. Mas n faz mal. Vais acabar por ceder.... Sinto o peso do teu corpo em cima de mim... O teu pau passa pela minha boca. Eu viro.a... Desces p as minhas mamas? Apertando.as contra o teu pau... Ah... Q tetas boas... Desces e abres a minha rata com as mãos... Sinto a tua língua entrar ao máximo... A tua saliva a molhar.me toda... É agora minha puta. Vais aprender a ser minha... Não por favor... Grito ao mesmo tempo q entras sem aviso... Não? Eu digo.te o não...vou te comer toda até aprenderes a implorar p eu t foder... Pega. Pega... Uma mistura de raiva e prazer invade o meu corpo... N quero gemer. N quero ter prazer... Tu continuas. Abrindo a minha rata com as mãos p ver bem o teu pau a entrar... Sinto o teu corpo em cima do meu... A tua boca come as minhas mamas.. Es toda minha ouviste? Tu sais de repente... Agarras a minha cabeça com força.. Abre a boca... Eu não o faço... Abre puta. Gritas... Abre ou esgano.te... Dizês a segurar.me pelo pescoço... Eu abro... E já a tua esporra entrava pela minha boca, garganta... Toma... Isso... É todo teu. O teu leite de vaca... Agora ficas aí e pensa bem em como queres agir a partir de agora. N tens por onde escapar... Ouço a porta a bater... Sem forças p tentar dormir, adormeco outra vez...
Acordo a meio da noite... Sinto minhas mãos e pernas livres... Abro os olhos e no meio da escuridão consigo ver alguns contornos... Se calhar foi só um sonho... Sento.me mas algo me impede de sair da cama... Ponho a mão no pescoço... Uma coleira... N tentes fugir, estas bem presa a mim... Preciso ir a casa de banho... Vais.. Depois de me chupares e eu me vir de novo na tua boca podes ir... Por favor não... Então não vais. E já sabes q eu consigo as coisas a bem ou a mal. Tu é q sabes.. Eu fico por uns momentos sentada. Tu n te mexes. Continuas de barriga p cima. As pernas abertas, a espera... Eu n tenho outra escolha... Deito.me no meio das tuas pernas e começo... Isso... Chupa... Ah... Sinto o teu pau q cresce na minha boca... Lambo .o de cima a baixo... Chupo os teus tomates enchendo a minha boca com eles... Esqueço a minha situação e faço-te um broche perfeito... Quando dou conta já estou a engolir o teu prazer... Tu seguras a minha cabeça... Continua a chupar. Mais... Limpa-me... Acabo o serviço... Posso ir a casa de banho?... Agora podes. É mesmo aqui no quarto por isso n precisas pensar em fugir. Acendes o candeeiro e vejo pela primeira vez o teu rosto.... E tome banho também. Quero-te limpa. Já dormiste bastante por hoje. Tá na hora de me dares prazer a sério... Tiras-me a coleira de deixas-me ir....

terça-feira, 10 de maio de 2011

Mundo cão


Entrei no teu jogo, como um louco
Fui ingénuo e tu tão fatal

Joguei-me todo e foi tão pouco
O amor é o teu instinto mais cruel

Enquanto te sigo melhor me faço o teu troféu
Entrei no teu jogo como um louco
Eu sou o teu escravo mais leal

Ordena que te ame
E odeia quando falho
mas usa, abusa de mim
e eu serei feliz até ao fim

Marquei as unhas no corpo,
tornei-me um bicho irreal.
Infectei o lugar onde me punhas,
O amor é este monstro final

Gostas do teu troféu erguido neste inferno.
Marquei o corpo com as unhas,
Pus-me louco tão original

Ordena que te ame,
E odeia quando falho,
mas usa, abusa de mim e eu serei feliz,
até ao fim.

Ordena que te queira,
E odeia quando paro,
Leva-me, arrasta o meu corpo,
Desfeito em pó.

Ordena que te ame,
E odeia quando falho,
mas usa e abusa de mim e eu serei feliz,
até ao fim

Ordeno que me odeies
Olho porque sofras
Do que uso e abuso é sempre assim
Morrerá por mim

Ordeno que me odeies
Amo que tu sofras
Do que uso e abuso é sempre assim
Morrerá por mim

domingo, 8 de maio de 2011

Submersos...



Nadas por entre as ondas do mar. Para fugir à rebentação, nadas para mais longe, estando agora sem pé.
Vais-te afastando da zona de banho e de onde estão as outras pessoas.
Estás agora sozinha, a bater suavemente os pés e os braços para te manteres à superfície.
Vejo-te por baixo, com biquini curto.
Subo um pouco e não te apercebes de mim.
Estou de fato de mergulho.
Seguro-te por uma perna e puxo-te com força.
Estás debaixo de água comigo.
Assustas-te com o perigo de afogamento. Esperneias mas eu sou mais forte.
Tiro o regulador da minha boca e ponho-o na tua. Sustenho a respiração.
Começas a respirar normalmente. Alternamos as vezes, enquanto te puxo um pouco mais para baixo.
Tiro-te a parte de baixo do biquini e baixo o meu calção de banho.
Estamos submersos e tu não consegues subir porque te prendo com um braço. Além disso, poderás afogar-te.
Meto os dedos por ti adentro. Arregalas muito os olhos.
Vamos alternando o regulador para não nos afogarmos. As bolhas passam a uma cadência muito mais frequente. Suspendes a respiração.
Em cima, passa um barco a motor.
Meto a tua mão no meu pau duro e tu mete-lo por ti adentro, abrindo bem as pernas.
Pego-te pela cintura e forço-me dentro de ti.
O teu veludo quente contrasta com o frio da água.
Alternamos o regulador. Suspendo a respiração.
Dou-te com força e tu vais-te lubrificando.
Os movimentos começam a tornar-se frenéticos até que me sinto jorrar. Sentes o meu prazer quente. Esforço-me por não respirar, senão afogo-me.
Alternamos novamente o regulador. Suspendes a tua respiração.
Os movimentos têm que ser cuidadosos. Os canais de ar não podem ser danificados.
Em redor, a luz quebradiça de alguns metros de profundidade deixa perceber as águas límpidas, onde os peixes testemunham a nossa lascívia.
Devolvo-te a parte de baixo do biquini, presa na garrafa que trago às costas. Vestes-te.
Acompanho-te à superfície, assegurando-me que sobes devagar, progressivamente, em movimentos largos e concêntricos, para não haver problemas.
Ponho a cabeça fora de água.
Pela primeira vez, respiramos os dois ao mesmo tempo.
Estás bem.
O meu esperma está ainda dentro de ti. Não procuras lavá-lo.
Levanto os óculos.
"Até à próxima!" adianto.
Afastas-te nadando calmamente, bruços, para manteres a cabeça fora de água.
As outras pessoas estão a uma distância segura. à medida que se encurta, vais olhando paa trás, procurando-me.
Grito-te: "Se vieres amanhã, tens um convés de barco, ao sol"
Vês-me regressar às profundezas. As minhas barbatanas são a última coisa que vês à superfície.
Megulhas para ver o meu destino mas perdes-me de vista na profundidade.

Regressas à praia e estendes-te na toalha.
"Amanhã vou ser marinheira!", pensas.
A noite foi difícil, diferente, estranha.
Molhada. Sem dúvida.
As sensações misturam-se. A noção de afogamento, o prazer sexual e o quente e frio.
A respiração artificial, dura, brusca e interrompida.
O risco. E o prazer.

O tempo passa devagar. Tão devagar. Ouves os ruídos dos turistas na rua, que regressam das discotecas. Um e outro carro. Levantas-te e vais à varanda, observando o mar.
Será que eu irei mesmo?
Será que queres ir?

Desconfiando que vinhas, trouxe outro regulador.
Apanhei-te quase no mesmo sítio.
Desta vez, não ofereceste resistência.
Coloquei-te o regulador e começaste a respirar normalmente debaixo de água.
Retirei-te o biquino todo, deixando-te completamente exposta.
Tirei o meu fato de banho. Apenas com máscara, regulador e duas pequenas garrafas de oxigénio, parecíamos Adão e Eva mas nos tempos de Noé, durante o dilúvio.
A tua mão no meu pau; a minha mão na tua rata, masturbando-nos em simultâneo, debaixo de água.
Roço-me por ela... Algum tempo.
Levo-te até ao barco sempe com os meus dedos enfiados na tua rata, onde subimos pela escada de acesso.
Depois de tirarmos todo o equipamento de mergulho, o meu pau ficou ainda mais teso, ao ver-te completamente nua, ao sol.
Atirei-me às tuas mamas, que chupei, salgadas da água.
Chupei com força, mordiscando os mamilos, ouvindo-te suspirar com força.
Depois, abri-te as pernas e joguei-no no convés.
"Fizeste bem em voltar!"
Pediste-me para te dar com força.
"Ainda não! Primeiro, vamos divertir-nos."
Beijo-te a rata, enrolando os teus lábios na minha língua. Chego ao clitoris, que chupo fortemente.
Gemes e atiras a cabeça para trás.
Agarras-me a cabeça tentando apanhar o meu cabelo curto.
Meto a minha língua dentro de ti. Provo o teu prazer.
A seguir, meto o meu pau duríssimo entre os teus lábios, esfregando com ele o teu clitoris.
Depois, bato-te com ele. Abres muitíssimo as pernas.
Continuo a bater-te ali enquanto tu te espremes de prazer.
Subo no teu corpo, até te bater nas mamas. Uma e outra.
Saltitam com o impacto.
Regresso aos lábios.
Vais abrindo a boca, engolindo-me de uma vez só.
Ajudas com as mãos.
"Faz-me vir!"
E tu assim fazes.
Alongas fundo a tua boca para me envolveres o membro. Dentro e fora. A tua boca quente e a tua língua deixam-me doido de prazer.
O meu esperma jorra finalmente.
"Aaahhh!" De boca aberta, tentas apanhar o máximo que podes.
Depois, seguro-te os braços estendidos.
Meto o meu pau na tua rata, fundo. Mantenho-me assim.
Sinto-te latejar. Gosto de te ouvir gemer.
Pedes por mais! Mais forte e mais fundo.
Espetei até ao fim. E assim fiquei.
E retirei-o. Senti-te muito mais molhada agora.
Deitei-me e tu viraste a tua cona para mim, a convidar-me para um 69.
Começaste a chupar mas eu meti os meus dedos em ti, em vez da língua.
Chupavas bem molhado enquanto eu ia empurrando os meus dedos para dentro da tua rata. Primeiro dois. E tu molhada. Depois três dedos e, por fim, quatro.
Aí deste um grito. Alargaste mais do que estavas preparada.
Mantive os meus dedos dentro de ti.
"Continua a chupar! Vou meter a minha mão toda, sim!"
Voltaste a mamar-me enquanto eu pensava forçar o quinto dedo.
Mas não o fiz.
Dei-te a volta, sempre com a minha mão dentro da tua rata bem alargada.
E passei à posição tradicional, com o meu pau dentro de ti. Ambos sentimos o bater dos corações no latejar dos sexos unidos.
"Vou-me vir fundo em ti!"
E começo a dar-te desenfreadamente.
Transpiras e os nossos corpos deslizam um no outro.
Os nossos cheiros misturam-se.
Gritamos ambos ao virmo-nos.
Olhos nos olhos.
"Diz-me de quem és!"
"Sou tua!"

sábado, 7 de maio de 2011

Inversão.




Entraste no quarto.
Puseste o cartão em cima da cómoda. A mala no chão. Eu já dormia. Ao centro da cama. Nú. De barriga para cima.
Uma almofada debaixo das minhas costas.
Os cortinados deixavam passar um fio de lua, que se misturava com a fraca luz dos candeeiros de rua. As paredes do quarto obtinham um tom alaranjado. O aguaceiro exterior entrecortava-se com os pneus de um e outro carro, na calada da noite.
Aproximaste-te lentamente da cama.
Tiraste lentamente a tua roupa, peça por peça, que arrumaste no cadeirão, ordenadamente.
Da tua mala, saíram quatro lenços de seda, longos e brancos.
Os meus pulsos perdem a sua liberdade, ficando agora a depender da extensão dos lenços, que atas fortemente à cabeceira da cama. Os meus tornozelos aos pés da cama sofrem o mesmo fim.
O meu corpo inconsciente faz agora um xis.
Estás nua. Sobes para a cama.
Ficas de pé em cima da cama, com os tornozelos na zona do meu peito. Olhas-me de cima para baixo.
Agachas-te e aproximas o teu sexo da minha cara.
Abro os olhos.
Sorrio.
"Hoje sou só eu que mando!"
Roças o teu sexo no meu nariz. Estendo a língua para lhe tocar. Não consigo. Evitas-me.
Roças as tuas mamas no meu peito. Sinto os teus mamilos duros.
Beijas-me o peito, a barriga, o umbigo até ao meu pau, que já se manifesta.
Tratas dele como se fosse um gelado. E ele estica-se ao máximo.
Tocas-lhe com o teu buraco, onde ele quer entrar. Mas não.
Depois, atacas os meus testículos com a boca, chupando-os um e depois o outro, alternando.
A tua saliva faz com que se retraiam.
Regressas ao meu pau. Apontas o teu buraco húmido para ele, ameaças entrar mas não.
Depois, empalas-te com ele.
Bem molhada, como eu gosto. Ele entra sem esforço.
As tuas mamas saltam enquanto pulas no meu colo. Pões as mãos no meu peito para te apoiares.
"Gostas? É assim que gostas?"
Quando estou quase a vir-me, páras. Apertas-me o membro com força. "Não te venhas ainda! Quero mostrar-te mais!"
Metes a língua entre os meus tomates e meu cú. Excitas-me mais ainda. De pássara voltada para a minha cara, vejo-a vermelha e sinto vontade de lhe meter a minha língua.
Sentas-te na minha cara. A minha barba por fazer arranha-te mas permaneces imóvel enquanto eu exploro a tua zona húmida com a minha língua. Lambo os lábios, o clítoris, chupo-o. Deixas cair todo o teu peso para que em a enterre bem fundo.
Lá dento, mexo-a. A minha saliva fica toda com o teu gosto.
O teu visco recobre-me a cara.
Consigo libertar-me de um dos lenços.
Atiro-me ao outro pulso e liberto-me das quatro amarras.
"Agora sou eu!"
Pego em ti e lanço-te para baixo de mim. De costas. Abro-te bem as pernas, de joelhos levantados e bem afastados. Seguro-te com força nos pulsos. As tuas mamas ficam entre os teus joelhos. A tua vagina bem aberta à minha mercê.
Dou-te com força. Estocadas com violência, cada vez mais fundas. Ouve-se um "choc, choc, choc", de estares totalmente alagada. A minha verga não encontra resistência.
Ao sentir-me quase vir, páro.
Ponho-me de pé na cama. E tu de joelhos.
"Chupa-me!"
Tu engoles profundamente o meu pau até que abres bem a boca e ele se esvazia todo em ti, pela tua cara, os teus olhos, a tua boca.
Cansados, vamos lavar-nos.
E depois dormimos um pouco.
Continuamos mais tarde.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Stanislas Nazar.

"Mon monde"- de Stanislas Nazar (Fevereiro 2011)


VAIDADE


Sonho que sou a Poetisa eleita,
Aquela que diz tudo e tudo sabe,
Que tem a inspiração pura e perfeita,
Que reúne num verso a imensidade!


Sonho que um verso meu tem claridade
Para encher o mundo! E que deleita
Mesmo aqueles que morrem de saudade!
Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!


Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
Aquela de saber vasto e profundo,
Aos pés de quem a Terra anda curvada!

E quando mais no céu eu vou sonhando,
E quando mais no alto ando voando,
Acordo do meu sonho... E não sou nada!...




Florbela Espanca